sábado, 28 de fevereiro de 2009

U2, voltam a copiar os Beatles...


Os U2, voltaram a tocar num telhado,ontem á noite, á semelhança do que os Beatles fizeram há quarenta anos.
Não sei se será falta de imaginação, mas, esta é a terceira, ou quarta vez, que a banda de Bono, Edge e companhia,"aplicam" este golpe, para gáudio dos fãs que puderam assistir, ao concerto, no telhado da BBC.
A primeira vez, foi em L.A. em 27 de Março de 1987, para gravar o clip de "Where The Streets Have No Name", depois foi em 27 de Setembro de 2000, no telhado do The Clarence Hotel, em Dublin, para apresentar o single "Beautiful Day", e em 22 de Novembro de 2004, tocaram o "All Because Of You", no The Empire-Fulton Ferry State Park, por baixo da ponte de, Brooklyn Bridge, em Nova York.
Na aparição surpresa de ontem, que teve sobretudo, o intuito de divulgar o novo álbum, "No Line On The Horizon", a ser lançado mundialmente na próxima segunda-feira, os U2 tocaram: "Get On Your Boots" e "Magnificent",desse novo álbum, e os já editados "Vertigo" e "Beautiful Day".
Deve haver ali, na banda, algum descendente do nosso Zé do Telhado.

A Dúvida deles


Adaptado da premiada peça de John Patrick Shanley, terá sido o próprio, o responsável pela sua transposição para cinema.
“Doubt” coloca em questão não só a dúvida da verdadeira vocação de quem pretende iniciar uma carreira missionária (que é logo retratada no início do filme) como também deixa no ar - talvez para deixar o espectador em suspenso e curioso - as consequências das atitudes equivocadas e impulsivas dos personagens, principalmente da freira,a Irmã Aloysius Beauvier, conservadora e intolerante.
Contudo, não é a única pessoa a surpreender-nos pelos seus actos e opiniões.
Viola Davis, tem uma actuação cuidada e emocional na figura de uma mãe, cuja perspectiva altera toda a dinâmica do filme em menos de dez minutos, a ponto de nos chocar quando subitamente tem a coragem de revelar certas perturbações á freira, Meryl Streep.
Esta, consegue o equilíbrio desejado entre uma personalidade ostracizadora, arrogante, mas ao mesmo tempo, capaz de bondades e virtudes que não esperamos dela.
O filme, é sobretudo pontuado pelas cenas em que Streep e , Philip Seymour Hoffman,o padre, discutem calorosamente na sala da direcção. As expressões faciais de Miranda Priestly em “O Diabo Veste Prada” ficam por terra, quando nos deparamos com uma freira cujo passatempo é aterrorizar alunos, com apenas, doze anos - além de, a todo instante, desejar o afastamento do padre, apontado por ela como pedófilo, sem provas evidentes, dando origem , á Dúvida.
Tudo gira em torno de suposições remendadas por indícios que nunca ninguém poderia provar.Ninguém tem certeza de nada.Ninguém pode afirmar que viu, fosse o que fosse.

A nossa Dúvida, no Teatro Maria Matos

Parábola de John Patrick Shanley, agora protagonizada por Diogo Infante e Eunice Muñoz, a “Dúvida” foi já galardoada com o Pulitzer Award 2005 e quatro Tony Awards, incluindo o de melhor peça. A história centra a sua acção num bairro de Bronx, em Nova Iorque, nos anos 60, onde um padre (Diogo Infante) é acusado de assediar sexualmente uma criança de 12 anos. A madre superiora do colégio católico (Eunice Muñoz) acusa-o do alegado abuso. O padre reclama a sua inocência. Será ele culpado ou inocente? A dúvida subsiste do início ao fim.

Esta nossa Dúvida começou, no Sábado, 16 de Fevereiro, ás 22h0, no Teatro Maria Matos.

“A reunião de Diogo Infante e Eunice Muñoz, na peça Dúvida, é um desses momentos únicos de verdadeira excelência artística. São dois talentos brutais que se completam e se complementam: na idade, nos papéis que desempenham, na humildade com que se apresentam.” In DN, por Pedro Rolo Duarte

O que fazemos quando não temos a certeza?
Como tomamos decisões?
De que forma nos relacionamos com o poder?
Somos capazes de viver com a incerteza?
Temos coragem de viver com Dúvida?
Somos capazes de aceitar a dor que a Dúvida e a sabedoria exigem?
Somos capazes de ser livres?
Vivemos numa mentira ou somos capazes de viver a vida com amor, coragem e verdade?
Ana Luísa Guimarães

A Dúvida requer mais coragem do que a convicção, e mais energia; porque a convicção é um lugar de repouso e a dúvida é infinita – é um exercício apaixonado. Podem sair da minha peça com incerteza. Podem querer ter a certeza. Analisem esse sentimento. Temos de aprender a viver com uma medida plena de incerteza. Não há última palavra. Isso é o silêncio debaixo do excesso de palavras do nosso tempo.
John Patrick Shanley
Brooklyn, Nova York
Março 2005

Interpretação Eunice Muñoz, Diogo Infante, Isabel Abreu e Lucília Raimundo
Encenação Ana Luísa Guimarães
Tradução Felipa Mourato e Ana Luísa Guimarães
Cenografia João Mendes Ribeiro
Desenho de luz Nuno Meira
Figurinos Carolina Espírito
Música original e piano Bernardo Sassetti
Percussão José Salgueiro
Orquestra Sinfonietta de Lisboa direcção de Vasco Pearce de Azevedo
Mistura e masterização Pedro Rego
Sonoplastia Hugo Alves
Fotografia de cartaz Pedro Cláudio
Assistente de encenação Catarina Requeijo
Assistente de cenografia Catarina Fortuna
Execução e montagem do cenário João Paulo Araújo e Alexandre Araújo
Mestra de guarda-roupa Florinda Basílio
Maquilhadora Joana Isfer
Assistente de Eunice Muñoz Rita Simões
Produção Teatro Maria Matos

Banderas com Woody

O espanhol Antonio Banderas está confirmado no elenco do próximo filme de Woody Allen, informou a agência espanhola de notícias, Efe.
Há poucos dias, foram divulgadas as participações de Anthony Hopkins e Josh Brolin, aos quais também se uniram a britânico-australiana Naomi Watts, e a indiana Freida Pinto, actriz que participou no "Slumdog Milionair?", vencedor de oito estatuetas na ultima edição dos Oscares. O argumento do filme, que começa a ser rodado em Maio em Londres, é mantido em segredo. "Vicky Cristina Barcelona", o último lançamento do realizador, levou o Oscar de melhor actriz secundária, no caso, Penélope Cruz, que passou a ser, a primeira artista espanhola, a ser agraciada com esse troféu.
Em Junho, Allen lançará "Whatever Works", ainda sem título em português, mas a equipe que está já a arregimentar, promete.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Minta, Francisca

"A Francisca Cortesão fez canções, gravou-as em casa e decidiu mostrá-las através da Internet. As ditas ganharam corpo quando arranjou a muito boa companhia de três músicos: José Vilão, Filipe Pacheco e Nuno Rafael. E assim surgiu Minta. "

Encontrei este texto aqui, no MySpace, da Francisca. Pus-me a ouvir os seus temas. Deliciei-me. Aconselho-vos a fazerem o mesmo. Hipnótico, "You",o seu mini Ep, posto á venda na net. Muito "sixtees", este "new folk sound", a lembrar outras vozes femininas, que trilharam no passado, este caminho intimista, de cantar anseios próprios. É refrescante, uma lufada de ar fresco. Nasce sem encostos, ou lobbies radiofónicos. Que nunca se perca...

Samuel J. Jackson,será Nick Fury

O actor Samuel J. Jackson assinou um contrato de longa duração com a Marvel Entertainment, informa o The Hollywood Reporter. O actor poderá actuar em nove filmes baseados nos heróis da banda desenhada da editora, sempre na pele do personagem Nick Fury.

Fury é o líder da agência de espionagem S.H.I.E.L.D. Jackson apareceu como o personagem no final do filme Homem de Ferro, que tem Robert Downey Jr. como protagonista, e é cotado para a sequência do filme, prevista para 2010.

Jackson deverá dar vida à Fury nos filmes dos heróis Capitão América e Thor. Também existe a possibilidade da criação de um filme dedicado à agência S.H.I.E.L.D.

A culpa foi dos Stones..

O baterista dos Metallica, Lars Ulrich, deu uma entrevista bombástica ao site Contact Music. Segundo o músico, os Metallica acabariam após a tournée de divulgação do álbum "St Anger", lançado em 2003. Mas um convite dos Rolling Stones para um show fez com que a banda mudasse os seus planos.
"A grande decisão, foi tomada,quando os Rolling Stones nos convidaram, durante o verão de 2005, para tocarmos com eles em San Francisco", afirmou Ulrich.
"Estávamos parados desde o final da tournée de 'St Anger', uns sete ou oito meses antes do convite. Aparecemos no nosso quartel-general quatro ou cinco dias antes do concerto. Nós não nos víamos havia já muito tempo. Não havia equipe de filmagem, produtor, psicanalista, namoradas... Éramos só nós quatro, e, assim, começamos a ensaiar", disse.
"Ficámos a falar dos nossos sentimentos. E foi isso que determinou o ambiente dos três anos seguintes, que tem sido óptimo até hoje", explicou o baterista.

U2 oferece CD duplo

U2 dá CD de raridades para fãs

O site oficial do U2 foi completamente remodelado para o lançamento do novo álbum "No Line On The Horizon",o que acontece na semana que vem. A maior novidade é o CD duplo que está a ser oferecido aos fãs que fizerem a assinatura anual que dá acesso ao conteúdo exclusivo do portal. Quem pagar 50 dólares,receberá o CD em casa, além de uma T Shirt. O assinante também poderá navegar por áreas exclusivas, com textos e fotos inéditas.
Com a assinatura, o fã também terá preferência na compra de ingressos para as tournées da banda.
Na sessão "On Tour", o site promete fotos exclusivas das tournés, bem como reportagens dos shows, vídeos do "backstage" e um diário virtual actualizado diariamente pela banda.
O CD duplo, "U2: Medium, Rare and Remastered" trará canções que não fizeram parte de nenhum álbum da banda, como outtakes das gravações dos discos "The Joshua Tree", "Rattle And Hum", "All That You Can't Leave Behind" e "How To Dismantle an Atomic Bomb", e lados B de singles. Algumas faixas já foram lançadas digitalmente pela banda irlandesa. A edição do CD, por sua vez, é limitada.


Vejamo alinhamento faixas de ""U2: Medium, Rare and Remastered":

CD 1:
1) "Levitate" (from All That You Can't Leave Behind sessions)
2) "Love You Like Mad" (All That You Can't Leave Behind sessions)
3) "Smile" (from How To Dismantle An Atomic Bomb sessions)
4) "Flower Child" (from All That You Can't Leave Behind sessions)
5) "Beautiful Ghost" (from The Joshua Tree sessions)
6) "Jesus Christ" (from Rattle and Hum sessions)
7) "Xanax And Wine" (from How To Dismantle An Atomic Bomb sessions)
8) "All Because of You" (alternative version)
9) "Native Son" (from How To Dismantle An Atomic Bomb sessions)
10) "Yahweh" (alternative version)
11) "Sometimes You Can't Make It On Your Own" (alternative version)

CD 2:
1) "Saturday Night" (from Remastered Boy album, 2008)
2) "Trash, Trampoline and the Party Girl" (from Remastered October album, 2008)
3) "Angels Too Tied To The Ground" (from Remastered War album, 2008)
4) "Wave Of Sorrow (Birdland)" (from Remastered The Joshua Tree album, 2007)
5) "Always" (b-side to Beautiful Day 2000)
6) "Summer Rain" (b-side to Beautiful Day 2000)
7) "Big Girls Are Best" (b-side to Stuck In A Moment You Can't Get Out Of, 2001)
8) "Neon Lights" (b-side to Vertigo, 2004)
9) "Fast Cars" (b-side to Sometimes You Can't Make It, 2005)

Vencedores do NME Awards 2009

Para quem costuma acompanhar o noticiário do New Musical Express, a principal publicação de música do Reino Unido, não terá sido surpreendido, pelo anuncio dos vencedores da edição de 2009 do Shockwaves NME Award 2009. Os prémios do New Musical Express acabaram por agraciar os artistas mais visados nas suas páginas, como Oasis (Melhor Banda Britânica) e Muse, que levaram o maior número de troféus da noite (Melhor Banda Ao Vivo, Melhor Capa de Disco por "HAARP"). Matt Bellamy foi considerado o Artista Mais Sexy de 2008.
Os The Cure foram homenageados com o prémio especial "Godlike Genius", pelo conjunto de toda a sua obra. Já a banda norte-americana Kings Of Leon levaramo prémio de melhor disco, por "Only By The Night", enquanto os MGMT arrecadoram os troféus de Banda Revelação e Melhor Canção ("Time To Pretend").

Lista dos vencedores aqui em baixo:

"Godlike Genius": The Cure
Melhor Banda Britânica: Oasis
Melhor Banda Internacional: The Killers
Melhor Artista Solo: Pete Doherty
Banda Revelação: MGMT
Melhor Banda Ao Vivo: Muse
Melhor Álbum: "Only By The Night" - Kings Of Leon
Contribuição Para a Música Britânica: Elbow
Melhor Canção: "Time To Pretend" - MGMT
Melhor Videoclipe: "My Mistakes Were Made For You" - Last Shadow Puppets
Melhor Evento: Glastonbury 2008
Melhor Programa de TV: "The Mighty Boosh"
Phillip Hall Radar Award: The Big Pink
Melhor Vídeo de Dança: "Dance Wiv Me" - Dizzee Rascal & Calvin Harris and Chrome
Melhor DVD: "Live At The Apollo" - Arctic Monkeys
Melhor Blog de Banda: Oasis (Noel Gallagher)
Melhor Casa de Shows: London Astoria
Melhor Capa de Disco: "HAARP" - Muse
Herói do Ano: Barack Obama
Vilão do Ano: George W Bush
Artista Mais Elegante: Alexa Chung
Artista Menos Elegante: Amy Winehouse
Pior Álbum: "A Little Bit Longer" - The Jonas Brothers
Pior Banda: The Jonas Brothers
Homem Mais Sexy: Matt Bellamy (Muse)
Mulher Mais Sexy: Hayley Williams (Paramore)
Melhor Website: YouTube

Audiência fraca

A entrega dos,Oscares, no último dia 22, atingiu a marca de 36,3 milhões de telespectadores nos Estados Unidos. Entretanto, o número não foi suficiente para que a cerimónia de 2009 escapasse á lista das menores audiências da história do evento, ficando à frente apenas de 2008 (32 milhões) e 2003 (33 milhões).

Mesmo assim, nota-se um acréscimo de 13% no número de televisores sintonizados na transmissão em relação ao ano passado. Tal aumento consagrou o Oscar como segundo evento mais assistido da temporada nos EUA, ficando atrás somente do SuperBowl (40 milhões).

O momento que registrou os maiores picos de audiência foi a entrega do prémio de melhor actor secundário o falecido Heath Ledger, pelo seu papel do Joker,em Batman - O Cavaleiro das Trevas.

A cerimónia dos Oscares mais vista pela televisão foi a de 1998, com 55 milhões de telespectadores, quando Titanic levou 11 estatuetas.

Changeling


Embora seja um cineasta cujos filmes destacam um protagonista com sede de vingança e justiça e antes o herói de filmes de acção, como toda a franquia do grande "Dirty Harry", ou mesmo os western de Sergio Leone, Clint Eastwood, já teve os seus momentos mais delicados, dirigindo filmes aonde o centro eram mulheres, no centro de situações muito dramáticas.
Foram eles, “ Million Dollar Baby.”, obra-prima de destaque no Oscar 2005, e o actual “Changeling”, baseado num acontecimento verídico.

Na Los Angeles da década de 1920, Christine Collins (Angelina Jolie) é uma mãe solteira muito dedicada ao trabalho e ao seu filho Walter (Gattlin Griffith). Impedida de levar o filho ao cinema, como lhe havia prometido, por causa do seu trabalho. Christine, dá pelo desaparecimento de Walter, quando regressa a casa. Abatida com a situação entra em contacto com a polícia relatando o desaparecimento. Seguiram-se meses de verdadeiro desespero, sem que a policia descobrisse qualquer sinal do desaparecido. Quando, por fim, a policia, que na época era tida por bastante corrupta, a convoca para lhe entregar o filho, Christine, constata, que aquela criança, não é o seu filho Walter.

Pode-se dizer que “A Troca” trás vários ambientes em destaque. O início desenrola-se entre o trabalho de Christine e a convivência com o filho no próprio lar. Após os acontecimentos, a personagem de Jolie é dada como louca e é relegada para um hospício, aonde, consequentemente, John Malkovich, interpretando o reverendo Gustav Briegleb, ganha o seu espaço no drama, assim como Amy Ryan. E na meia hora final acompanhamos o julgamento do caso do desaparecimento de Walter.

Todos esses momentos são muito bem planeados por Clint Eastwood e a direcção de arte de Gary Fettis e James J. Murakami com a fotografia de Tom Stern (ambos nomeados para os Oscares 2009) são essenciais para a esplêndida reconstituição de época.

Angelina Jolie, igualmente nomeada para o Oscar de melhor actriz, é o ponto alto do filme. Mantendo uma carreira em progresso sem tropeços desde “The Good Shepherd”, de Robert De Niro, a actriz é responsável por toda a emoção de “Changeling”, encarnando com determinação o papel de uma mulher que enfrenta tudo e todos na esperança de encontrar o seu filho.

O actor Jason Butler Harner, interpreta, um provável serial killer, (Gordon Northcott), apresentado como o causador do desaparecimento de Walter, tem tem um desempenho repleto de excessos, o que se torna quase um corpo estranho em todo o filme. Incómodo até, e pouco convincente.

Título Original: Changeling
Ano de Produção: 2008
Realização: Clint Eastwood
Elenco: Angelina Jolie, John Malkovich, Jeffrey Donovan, Colm Feore, Amy Ryan, Jason Butler Harner, Eddie Alderson e Gattlin Griffith.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

While my guitar...still weeps

George Harrison faria hoje 66 anos...

Sem comentários...

Ora aqui está um nome á maneira

Britney, a ilusionista

A cantora americana Britney Spears, que prepara o retorno aos palcos para o dia 3 de Março, em Nova Orleans, vai protagonizar alguns números de magia nos shows da tournée do álbum "Circus". De acordo com o m
agico profissional, responsável pelos truques de ilusionismo do espectáculo, Britney será "serrada ao meio" em determinado momento do show.

"Britnet, será incorporada nos principais truques de ilusionismo. Fará, um número de, dissecação, em que será serrada ao meio, e outro de transposição, . Irá ser protagonista de "quadros" clássicos de magia", revelou o ilusionista Ed Alonzo ao site da revista "People".

Também de acordo com Alonzo, que é um dos ilusionistas do programa "Masters of illusion", da TV americana, o palco da nova tournée de Britney terá "três picadeiros de circo gigantes com coisas inacreditáveis penduradas e voando pelo ar".

A página de Britney Spears no MySpace indica que a cantora fará shows na América do Norte, por enquanto, até o dia 30 de maio.

O Balanceamento Genético Ofensivo.....

O "caozito", comentou no "Portugal dos Pequeninos" ...a propósiot de "Nada". Mas que delicia.

"Cansado de ouvir 'tanta' propaganda governamental, justificações para actos semelhantes a roubos, discursos bafientos e apelos, muitos apelos, à estabilidade - mesmo que o país esteja de "rastos" -, resolvi mudar de fonte de informação e deixar em silêncio o inglês técnico.

Futebol, foi o que escolhi (mal) para 'acalmar' o "ódio" que já sinto por estar a 'viver' os momentos mais importantes do início do século.

Ouço, então, um jornalista (?) desportivo, um tal de rita, vomitar a expressão : "O BALANCEAMENTO GENÉTICO OFENSIVO".

Sei que vou morrer sem que alguém me possa explicar o que aquele vómito quer dizer; contudo, morro 'satisfeito' em saber que, no meu país, há cavalgaduras que, quando relincham, sei o que querem dizer."

Stevie, homenageado por Obama

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, entregou esta quarta-feira (25) ao cantor e compositor Stevie Wonder o prémio Gershwin da Biblioteca do Congresso em reconhecimento a sua obra.
Obama, que disse que as músicas de Wonder marcaram sua juventude,entregou o prémio ao artista durante uma cerimonia na Casa Branca, em que também foram homenageados Tony Bennett e Martina McBride.
O cantor agradeceu pelo prémio ressaltando a importância de ter Obama, primeiro presidente negro da história dos EUA, no poder.
"O que emociona é que vivemos um momento em que podemos ver que este país cumpre sua grandeza e que se olha através do amor,do compromisso e do cuidado de um presidente, nosso presidente Barack Obama", disse Wonder.
"Stevie reuniu uma incrível gama de tradições na sua música criando com isso um estilo que foi único e ao mesmo tempo universal", afirmou Obama.
O Prêmio Gershwin,uma homenagem aos compositores Ira e George Gershwin, é concedido como reconhecimento do trabalho musical de toda uma vida. Em 2007, foi entregue a Paul Simon.

Frost / Nixon


(Atenção, silêncio no estúdio)
- Você teve uma noite agradável ontem?
- Sim, obrigado!... Você fornicou?
(3, 2, 1...gravando!)


Em 1977, esta entrevista viria a transformar a sociedade, americana.
Esse evento atraiu a atenção do dramaturgo Peter Morgan, que o transformou numa peça teatral em Londres, com Michael Sheen e Frank Langella como protagonistas, e dirigida por Michael Grandage em 2006.
Morgan centrou o trama no embate psicológico entre entrevistado e entrevistador, criando um filme com tensão continua – diferente do facto real cuja tensão só se formou mesmo no último dia de entrevista.
O maior mérito de Ron Howard, que dirige a versão cinematográfica da peça, com os mesmos protagonistas, foi a de transferir a tensão criada e comentada dos palcos teatrais londrinos, para o cinema "hollywoodiano", do qual ele talvez seja um dos maiores representantes, ao lado do fundador Steven Spielberg.

Frost/Nixon tem na relação do playboy-entrevistador, o britânico David Frost (Sheen), com o boçal-machista-entrevistado, Richard Nixon (Langella), o seu maior trunfo. Enquanto o ex-todo poderoso da Casa Branca subestima o talento do rotulado show-man, Frost super estima a frieza e a franqueza do ex-presidente.
O dialogo que inicia este post, e por si só, já merecia estar no hall dos melhores diálogos do cinema, revela muito um pouco desse lado. Frost, um lord inglês, vê naquela cortês e quotidiana pergunta, algo simpático para quebrar o gelo e relaxar um pouco a tensão, já Nixon, espera essa reacção do britânico, para de rompante,desferir o golpe final e começar a entrevista.

Duke Ellington, no quarter.

Jazzista Duke Ellington será o primeiro negro a ter o rosto estampando uma moeda de dólar

Foi apresentada na última terça-feira, 24 de Fevereiro, a nova moeda de 25 centavos (quarter) do dólar, numa cerimónia organizada no Museu de História Americana, em Washington.
A novidade, é que a moeda apresenta o rosto de Duke Ellington, sendo este o primeiro negro a ter a sua imagem numa moeda norte-americana.
Ed Moy, director da Casa da Moeda dos Estados Unidos, disse numa entrevista colectiva que "...assim como outros grandes americanos que tiveram sucesso no que fizeram com dedicação, Duke Ellington, destacou-se pelo seu talento, trabalho duro, paixão e perseverança".
A nova moeda é uma forma de homenagear os norte-americanos do Distrito de Columbia, que fizeram uma votação para escolher quem estaria representado nesta.
Será gravada também a frase "justiça para todos", por baixo da imagem de Duke, que aparece ao lado de seu indefectível piano. Curiosamente, o Distrito não tem um representante no Congresso com direito a voto.
Edward Kennedy Ellington nasceu em Washington, em 1899. Apresentou-se ao lado de nomes como John Coltrane, Louis Armstrong e Ella Fitzgerald. Foi premiado com 13 Grammys durante a carreira e compôs mais de 3 mil músicas.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Spider-Man na Broadway

O musical do Spider-Man, idealizado por Bono e The Edge vai estrear a 18 de Fevereiro de 2010, na Broadway.
As músicas de Spider-Man: Turn Off the Dark foram inteiramente compostas pelo cantor e pelo guitarrista dos U2.
A peça tem argumento de Glenn Berger e direcção de Julie Taymor, premiada com o Tony (considerado o "Oscar" do teatro nos EUA) pela adaptação de O Rei Leão para os palcos.
Os actores ainda não foram definidos, embora já seja dada como certa a atuação de Evan Rachel Wood (Across The Universe), na pele de Mary Jane.
De acordo com reportagem publicada pelo jornal New York Post em Outubro do ano passado, o musical será o mais caro da história: o orçamento da produção chega a US$ 40 milhões.
Em Janeiro de 2009, The Edge afirmou que o musical não seria interpretado por uma orquestra convencional. "Será algo em torno de 18 ou 20 músicos: cordas, metais e instrumentos de sopro, mas o núcleo será uma banda de rock", afirmou.

Milk

Quando poderia muito bem tentar agradar aos críticos com um filme para lá de convencional, Gus Van Sant, presenteou-nos com um trabalho poderoso, dramaticamente, e mais do que actual, com a cinebiografia Milk.
Sean Penn interpreta brilhantemente Harvey Milk, que foi o primeiro político, da Califórnia, a "sair do armário", a assumir-se homossexual.
O que chama a atenção, é como esta história foi levada para os ecrãs, uma vez que foge ao estilo tradicional de outras biografias e não tenta investigar os primeiros anos de Milk. Consequentemente, aqui não há justificativas patéticas sobre o porquê de Harvey ser gay - ele é assim, não é necessária muita conversa, para explicar esse facto. Desta forma, abre espaço apenas para o que parece ser o tema central aqui: discussões políticas sobre os direitos dos homossexuais e outras minorias. O que pode ser considerado como um erro por alguns, mas de maior mérito, para outros.
O argumento de Dustin Lance Black, premiado pela Academia, é brilhante nesse sentido, e por isso mesmo o melhor entre todos, que foram ao julgamento dos membros da Academia. Além de todo o trabalho de pesquisa, é notável como ele alcança uma sensibilidade impressionante sem nunca parecer piegas.
Numa determinada sequência, quando vemos um jovem com cadeira-de-rodas a telefonar para Milk e a contar o seu problema com os pais, percebemos como o filme alcança a perfeição naquilo que é a sua proposta principal, ou seja, os direitos iguais para todos dentro da legislação. É um momento muito tocante e que parece ser a síntese da proposta dos envolvidos na consecução do filme,de que Harvey começou do zero e conseguiu mobilizar uma enorme quantidade de pessoas para essa luta muito válida. Tecnicamente, tudo parece contribuir para esse resultado especial, desde a perfeita reconstituição de época até á banda sonora,adequada da autoria de Danny Elfman.
O que merece, igualmente destaque, é a montagem de Elliot Graham. Antes de tudo Milk é um filme muito documental, e a tentativa de trazer imagens reais de forma que essas sejam integradas à trama foi mais do que acertada. O desfecho de Harvey já é anunciado logo ao início, mas ainda assim é incrível como o enredo consegue impressionar,e boa parte disso deve-se ao trabalho do editor.
O casting também é perfeito e todas as escolhas para o elenco foram mais do que adequadas.
Emile Hirsch e James Franco tem muita liberdade para compor sua caracterização e, especialmente o segundo, apresentam uma performance reveladora.
Já Josh Brolin surpreende completamente como Dan White, um dos políticos que não aprovava a maneira como Harvey conduzia as coisas. É uma actuação contida, mas que encanta por isso mesmo.
Claro que o destaque vai para Sean Penn, que novamente cria um tipo muito particular e que em momento algum pareceu uma pura e simples “imitação”.
Resumindo, Milk é um filme que funciona muito mais pela totalidade dos factores do que por alguns aspectos em particular.
E, claro, Milk defende sua “causa” acima de tudo, porém termina favorecendo muito mais a defesa da maioria, do que determinado grupo em particular.

Os ignorados (!?!?), da festa dos Oscares 2009

O cineasta vencedor de um Oscar, Steven Soderbergh realizou uma pequena obra-prima,para alguns, chamada, Che (2008), e dividida em dois capítulos.
Para os Cubanos, o filme é mais do que obrigatório, e é sem duvida uma das mais bem realizadas abordagens, á vida do Argentino, Ché, que goste-se ou não, é um vulto de grandeza mundial, simbolo da entrega total, á luta pela igualdade de direitos e oportunidades, das classes desfavorecidas.
Falado em espanhol, o filme, foi completamente ignorado pela academia.
O igualmente "Oscarado", Benicio Del Toro, interpreta uma versão visceral e espírita de Ernesto Che Guevara.
Tanto Soderbergh quando Del Toro, que inclusive foi agraciado no festival de Cannes , (onde a exibição do filme se prolongou por quatro horas), pelo seu desempenho, ao capturar e transportar para os ecrãs, a alma do guerrilheiro, foram pura e simplesmente “esquecidos” pela academia. Aliás como muitos outros.
Mas dadas as condições actuais da humanidade, com o crescimento descontroladao de multidões, que continuam a passar fome, a serem exploradas, até ao "tutano", a verem os seus direitos básicos, serem espezinhados, não seria de "bom tom", referenciar esta pelicula, como forma de alerta???
Eu quero pensar que se tratam apenas de coincidências. Ou será que aquilo é mesmo só para os amigos bem comportados, e politicamente correctos ?

O dedinho feio de Mickey

Esta foto,aqui publicada do Mickey, como o dedinho no ar, foi tirada na manhã do fatídico domingo, em que este, ao sair do hotel Four Seasons, em Beverly Hills, avistou o director Danny Boyle, e mostrou o dedo "feio" num gesto conhecidíssimo, para o director escocês.
O acto,serviu para mostrar a opinião do "provocador" Mickey Rourke, o qual discorda totalmente com a atitude, de Boyle, por ter pago quantias irrisórias ás crianças das ruas de Mubai, que integraram o elenco, do Slumdog Millionaire.
Danny, já disse, em sua defesa, que as crianças, foram pagas acima da média, para aquele tipo de trabalho....

Bob Dylan - Never Ending Tour Diaries

DVD da turnê de Bob Dylan sai em abril

Como Bob Dylan não se decidia a lançar um DVD documentando a sua "Never Ending Tour", o ex-baterista da banda, Winston Watson, decidiu fazê-lo.
Com lançamento previsto para o dia 06 de Abril, "Bob Dylan - Never Ending Tour Diaries" vai mostrar os bastidores da tournée do velho bardo, que se arrasta há mais de duas décadas.
O vídeo contará com imagens de bastidores registadas pelos baterista, que tocou na banda de Dylan no início da década de 90. No total, Watson participou de 400 shows ao lado do compositor e cantor norte-americano, durante cinco anos. O músico registou toda a sua experiência na banda de Bob Dylan em diários e vídeos registados com a sua câmera.
Mais detalhes acerca do DVD podem ser vistos aqui no site oficial do projeto.Entretanto, para aguçar o apetite, aqui vai um excerto do DVD.


Robert Smith, vocalista dos The Cure, discorda "violentamente" do modo como foi lançado o disco "In Rainbows", dos Radiohead. A banda de Thom Yorke, em Outubro de 2007, disponibilizou o disco no seu site, que poderia ser baixado mediante o pagamento de qualquer valor ou, até mesmo, de graça.
O líder dos The Cure, em entrevista ao The Times, classificou a forma de lançamento como "um plano idiota".
"Discordo violentamente da experiência do Radiohead, pela qual os fãs podiam pagar o quanto quisessem pelo disco. Não se pode permitir que outras pessoas coloquem o preço no que nós fazemos. Caso contrário, pomos em duvida que o que fazemos tenha realmente algum valor. É completamente sem sentido", disse Smith.
"Se eu colocar um preço na minha música, e ninguém estiver preparado para o pagar, o problema é meu. Mas a ideia de que o valor possa ser criado pelo consumidor é um plano idiota, não pode funcionar", completou.
Na mesma entrevista, Robert Smith também expressou a sua repulsa pelos downloads ilegais. Segundo o cantor, as gravadoras têm que encontrar uma forma de proteger os seus artistas.
"Chega a ser engraçado, ainda que trágico. Há uma estranha relutância por parte das grandes gravadoras em resolver esse problema. Os seus artistas sofrem imensamente com essa história de downloads ilegais: como eles não venderam cópias legais do disco, a gravadora não precisa de lhes pagar. Mas a gravadora é propriedade de uma empresa-mãe que, de alguma maneira, chega ao provedor de internet. Mas esse é um lado muito obscuro...", afirmou Smith ao Times.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

As personalidades no Carnaval

Os Filhos de Gilberto "Gandhy" Gil

Deu Tempo Para Casar

O Nêguinho casou, em pleno desfile, depois foi puxar samba para a frente do desfile da Beija Flôr

Carnaval 2009 - Beija Flôr

Carnaval 2009 - Mocidade Independente

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Parabéns ao Pedro Freitas Branco

Hoje o "Filhote", é mais filhote.
Não tenho pena nenhuma dele.
Está lá rodeado de bundinhas Cariocas, a sambar á sua volta.
A chupar umas caipirinhas....em Copacabana !?!?!?!
É de ter pena....Claro que não.
Eu tenho é inveja.
Parabéns Pedro.

O que eu gostaria de ter visto na cerimónia de ontem.

Sou fã dos dois. Torci por eles, continuo a torcer. Mas parece que lá pelas academias, são "personas non gratas"... Desculpem os puristas, e sem xenofobias, aquilo da melhor banda sonora e da melhor musica, foi folclore politico, caridadezinha balofa, paternalismo intelectual, e eu sei lá mais o quê...emfin, nem tudo pode ser prefeito.
Bruce Springsteen e Mickey Rourke conheceram-se nos anos 80 no famoso Stone Pony. Tornaram-se amigos e companheiros de estrada atravessando os EUA nas suas motos entre os anos de 1989 e 1990 quando Springsteen morava em LA.
Nessa época, Rourke era dono de um clube de música ao vivo chamado Rubber Club, e Bruce tocava lá de vez em quando. De acordo com o cineasta Darren Aronofsky, Springsteen é um grande fã de Mickey Rourke, mas não tinham contacto ultimamente. Rourke mandou uma carta a Bruce com a cópia do roteiro do filme. Em maio de 2008, Springsteen telefonou a Mike, no meio da noite e contou que estava numa turnê pela Europa, dizendo:
Não sei se serei capaz de fazer isso, mas se puder, vou tentar, escrever qualquer coisa”.
The Wrestler é o nome do "qualquer coisa", e já está na lista das 10 melhores canções produzidas para a sétima arte. Tell me friend can you ask for anything more!

Oscares 2009, Os Vencedores.

Os Oscares 2009 terminaram de uma forma óbvia quanto aos vencedores. Contudo já é praticamente uma unanimidade assumida,de que esta foi a melhor cerimonia dos Oscares como há muito tempo não se via.
Os produtores, desta vez, acertaram nos diversos detalhes da festa, como na apresentação das categorias, no visual (um palco "Hollywoodesco"), nos clips com os filmes indicados e também nos diversos géneros cinematográficos, além da escolha dos "perfomers".
Quem Quer Ser um Milionário?, entrou para a história com os seus 8 prémios, que incluem melhor filme, realização, roteiro adaptado, fotografia, montagem, banda sonora, canção original e mixagem de som. Mas, não só o filme, como a própria cerimonia deve figurar como uma das preferidas já vistas pelos cinéfilos. Tivemos diversos momentos emocionantes como a consagração de todos os actores: Sean Penn, Kate Winslet (finalmente, e como eu havia previsto, ontem), Heath Ledger (memorável) e Penélope Cruz.
Felizmente "The Curious Case of Benjamin Button" não saiu de mãos abanando como muitos previam e levou três estatuetas.

OS VENCEDORES
:

Melhor Filme - “Slumdog Millionaire”
Melhor Actriz - Kate Winslet, - “The Reader”
Melhor Actor - Sean Penn, - “Milk”
Melhor Actriz Secundária - Penélope Cruz, - “Vicky Cristina Barcelona”
Melhor Actor Secundário - Heath Ledger, - “The Dark Knight”
Melhor realizador - Danny Boyle, - “Slumdog Millionaire”

Lista completa aqui.

JERRY LEWIS, IGUALMENTE GALARDOADO.
Por Razões Humanitárias.

Jerry Lewis, actor, director, escritor e produtor, recebeu a " Jean Hersholt Humanitarian Award" , prémio destinado á personalidade que se tenha destacado na sua contribuição em prol de causas humanitárias. Lewis angariou, mais de $2 billiões de dolares ,para a " Muscular Dystrophy Association".

Vencedores dos Oscares de 2009