Quinta-feira, 17 de Maio de 2012

Morreu a Rainha da Disco Music, Donna Summer

A cantora Donna Summer morreu na manhã desta quinta-feira, 17 de Maio, após uma batalha contra um câncro. Conhecida como rainha da disco music,  tinha 63 anos e vivia na Flórida . As informações são do site TMZ

De acordo com fontes do site, a cantora tentava manter a doença em segredo. No entanto, uma fonte teria dito que há duas semanas ela estava relativamente bem e que tinha planos de terminar o álbum no qual vinha trabalhando.

Donna ganhou cinco vezes o Grammy ao longo da carreira e fez muito sucesso nos anos 70 com hits como Last Dance, Hot Stuff e Bad Girls. Nos anos 80, continuou nas paradas, como músicas como She Works Hard for the Money e This Time I Know It's for Real

A cantora e o produtor Giorgio Moroder definiram a dance music nos anos 70 e foram responsáveis pela entrada de artistas como Duran Duran e David Bowie no género. Com quase 40 anos de carreira, vendeu mais de 130 milhões de discos e influenciou artistas como Madonna, Whitney Houston e Janet Jackson. 

Antes da fama, Donna cantou no coral de uma igreja em Dorchester, Massachusetts, onde nasceu. Nos anos 70, começou a carreira como backing vocal do trio Three Dog Night. O seu primeiro álbum solo foi lançado em 1974 e, depois dele, lançou um disco por ano até 1984, incluindo os aclamados Bad Girls, I'm A Rainbow e She Works Hard For Money

Ao longo da sua carreira, lançou um total de 17 álbuns de estúdio, sendo o mais recente de 2008, Crayons, que ela promoveu com uma tournê mundial. 

Donna casou-se com o vocalista dos Brooklyn Dreams, Bruce Sudano, nos anos 80 e teve duas filhas, Amanda e Brooklyn. A cantora tinha quatro netos.

Quarta-feira, 16 de Maio de 2012

Abbey Road, em sentido contrário...


A fotografia dos Beatles a atravessarem a Abbey Road já foi recriada exaustivamente por fãs dos Beatles de todas as maneiras possíveis. 

Agora, uma imagem rara que mostra os Fab Four atravessando a rua no sentido oposto ao exibido na tão famosa capa de disco será leiloada. Espera-se que ela seja arrematada por algo em torno de 9 mil libras.

A foto no disco Abbey Road, de 1969, exibe a banda atravessando da esquerda para a direita. Na imagem que está à venda, John Lennon lidera os outros três músicos da direita para a esquerda . 

Quem está a vender esta "raridade" é um coleccionador particular, e o leilão acontece no próximo dia 22 de Maio.

Há algumas diferenças nas duas fotos que devem fazer os fãs embarcarem num novo "jogo" dos sete erros. 

Paul McCartney, por exemplo, está calçado com umas chinelas de couro, e sem o cigarro, o que destrói de imediato, as presunções assumidas relativamente á sua morte na década de 60 .

A imagem foi captada por Iain Macmillan. 

Sarah Wheeler, da casa de leilões Bloomsbury Auctions, de Londres, conta que Macmillan teve dez minutos para tirar as fotos e fez seis fotos dos Beatles andando para lá e para cá na passadeira de pedestres, enquanto ele fotografava do alto de uma escada tendo um "Bobby" a controlar o trânsito. 

"A foto é considerada um ícone da década de 60. Acredito que a razão para se ter tornado tão popular é a sua simplicidade”, afirma Sarah.

Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

RIP, Donald “Duck” Dunn (May 13, 2012) Booker T. & The MG’s


Morreu aos 70 anos Donald "Duck" Dunn, baixista do grupo Booker T. and the M.G.'s.

Morreu em Tóquio, enquanto dormia, no passado dia 13 de Maio. Dunn, com a sua banda, Booker T and The M.G's, tinham realizado dois shows, no sábado anterior, dia 12. 

O grupo era a banda de apoio da Stax Records, especializada em soul, gospel e blues. As informações são do site do semanário NME.

Nascido em Memphis em 1941, Dunn ganhou o apelido Duck do pai, com quem via os desenhos animados do Pato Donald. 

Começou a carreira de baixista aos 16 anos. Em 1962, juntou-se ao Booker T. and the M.G.'s.  O seu trabalho pode ainda ser ouvido em hits mundiais como, “Respect”, de Otis Redding, e “Born Under A Bad Sign”, de Albert King.

Em diversos momentos da carreira, Dunn fez parcerias com outros grandes nomes da cena musical, Tais como Neil Young, Eric Clapton e Rod Stewart.

Booker T. and the M.G.'s entrou para o Hall da Fama do Rock em 1992 e Dunn foi agraciado com um Grammy especial pelo conjunto da obra em 2007.

Sábado, 12 de Maio de 2012

Elvis has left the bulding

Pouca gente sabe que foi Al Dvorin, promotor de shows e locutor, o responsável por eternizar uma das frases mais icónicas da cultura pop: “Elvis has left the bulding” (Elvis saiu do prédio). Dvorin usava a frase para avisar os espectadores presentes nos espectáculos de Elvis que este já se tinha ido embora. Portanto, não haveria bis, nem autógrafos para ninguém. Poucos meses antes de se completarem 35 anos da morte de Elvis, é irónico pensar que ele de facto, nunca  “deixou o prédio”.

Elvis nunca realizou uma tournê mundial. Só se apresentou uma vez fora do território norte-americano, em cinco shows, em três cidades do Canadá, em 1957. Nos anos 70, quando voltou aos palcos, choveram propostas para ele cantar fora dos USA. Mas os motivos de Elvis nunca ter aceite actuar fora do seu pais natal, são vários e até hoje envoltos em polémica. Alguns autores afirmam que isso aconteceu pelo fato de o Coronel Tom Parker, empresário do cantor, ser um imigrante ilegal que não queria correr o risco de se meter em problemas com a imigração dos Estados Unidos. Outros factores eram mais mundanos. Elvis, uma criatura do hábito, supostamente não se interessava em fazer viagens longas. 

Em 1973, para saciar a sede dos fãs mundiais, Elvis foi o astro do milionário show Aloha from Havaii, transmitido directamente das Ilhas do Pacífico via satélite para boa parte do planeta e assistido por quase um bilião de pessoas. Até a sua morte, em 16 de Agosto de 1977, Elvis só actuou em Las Vegas e em outras partes dos Estados Unidos, mas os fãs do resto do mundo tinham de se contentar com os vídeos e os discos.

Em 16 de Agosto de 1997, no Coliseu do Centro-Sul, em Memphis (Tennessee), exactamente 20 anos após a sua morte, Elvis retornava aos palcos. 

Bem, se obviamente ele não estava lá em carne e osso, pelo menos a sua voz e imagens, sim.  

Elvis – The Concert (mais tarde renomeado Elvis Presley in Concert) usava tecnologia de ponta para trazer o Rei do Rock de volta. Ecrans gigantescos de altíssima definição mostravam imagens de Elvis, basicamente retiradas dos filmes Comeback Special (1968), Elvis É Assim (1970), Elvis Triunfal (1972) e Aloha from Havaii. Os produtores utilizaram os "play backs" de áudio original e isolaram a voz de Elvis. 

No palco, para fazer o acompanhamento, estava presente a maioria dos músicos e vocalistas que acompanharam Elvis nas suas tournês nos anos 70. A TCB Band, como era chamado esse grupo de músicos e vocalistas que cercavam o Rei, foi reunida após 20 anos para trazer de volta a magia e emoção da música do Rei. De então para cá, os ecrans tornaram-se parte integrante de qualquer megaconcerto de rock e de música popular e, assim que a imagem gigantesca de Elvis se materializava no palco, a ilusão tornava-se realidade.
Elvis Presley in Concert seguiu com muito sucesso pelos Estados Unidos e também por outros países. O show realizado no Pyramid Coliseum, em Memphis, em 2002, foi gravado e  transformou-se no DVD Elvis Lives

Nesse ano, o projecto foi reactivado e passou por vários locais da Europa, como França, Suíça, Alemanha e Inglaterra. Em Outubro, deste ano, os brasileiros vão ter a possibilidade de assistir a Elvis Presley in Concert. O espectáculo será apresentado em Brasília, em São Paulo, e no Rio de Janeiro.

Fonte: RS-BR. Paulo Cavalcanti

Quinta-feira, 26 de Abril de 2012

A obra de Paul McCartney, ao longo dos ultimos 40 anos.

Paul McCartney - McCartney (1970)
Ram e Wild Life

A carreira pós-Beatles de Paul McCartney já persiste há quarenta anos. Vamos imaginar que os Beatles nunca tivessem existido e que a trajectória de Paul se tenha iniciado com o seu primeiro álbum solo. 

Será que Paul McCartney seria hoje ovacionado como um dos maiores músicos que o rock já produziu? Será que a grandiosidade de sua obra não torna o termo “ex-Beatle” pequeno, mesmo tratando-se dos Beatles, a melhor banda de todos os tempos? 

Vamos ao exercício imaginativo: Paul McCartney, um desconhecido músico inglês, lança em 1970 o seu primeiro álbum, o qual gravou sozinho, sem o auxílio de banda, técnicos ou engenheiros, todos os instrumentos. Paul compôs todas as canções e tocou violão, guitarra, contrabaixo, piano, bateria, percussão, órgãos Hammond e Moog, maracas, bongôs, xilofone e mellotron. Entre as canções, figuram obras-primas como Maybe I’m Amazed e Teddy Boy, essa última recusada pela sua antiga banda, que estamos agora a imaginar que nunca tenha existido. O álbum recebeu o singelo título McCartney .

No ano seguinte, Paul lança o excelente Ram, desta vez com uma banda de acompanhamento. Em 1972, com a entrada do ex-guitarrista dos Moody Blues, Denny Laine, Paul cria a banda Wings, grava rapidamente o álbum Wild Life, e pela primeira vez vaia para a "estrada" para uma maratona de espectáculos.


Red Rose Speedway e Band On The Run

O ano de 1973 consolida os Wings como uma das maiores bandas do mundo. Num curto espaço de tempo, o grupo lança os álbuns Red Rose Speedway e Band on the Run , um dos melhores discos de toda a trajectória de Paul McCartney; além do single de grande sucesso Live and Let Die, incluído na banda sonora de um filme do espião 007, James Bond.

Mesmo com mudanças na formação, os Wings seguiram lançando grandes discos como Venus and Mars (1975); Wings at the Speed of Sound (1976); Wings Over America (triplo ao vivo, 1976) e London Town (1978).


Venus and Mars, Wings at the Speed of Sound, Wings Over America e London Town
O canto do cisne dos Wings acontece em 1979 com o álbum Back to the Egg , que traz canções marcantes como Getting Closer e duas músicas interpretadas por uma rockestra formada por membros das maiores bandas do mundo na época. No final daquele fatídico ano, quando os Wings chegavam ao Japão para uma série de dez shows, Paul McCartney foi preso no aeroporto portando 219 gramas de maconha e haxixe na sua bagagem. Os shows foram cancelados e a banda dissolveu-se após o episódio.


Wings - Back To The Egg

Os anos oitenta iniciaram-se com Paul McCartney retornando a carreira solo. Exactamente uma década após o lançamento do álbum McCartney, Paul volta a gravar um disco sozinho, em que toca todos os instrumentos. 

O álbum McCartney II não agrada tanto quanto o de dez anos atrás, devido ao excesso de experimentalismo. Tem de se levar em conta que o disco em princípio nem tinha a pretensão de ser lançado. Mesmo assim, a faixa Coming Up tornou-se um de seus maiores sucessos até hoje.

McCartney II + Tug of War + Pipesof Peace + Give My Regards to Broad Street + Press ToPlay + Flowers in the Dirty

Nos anos seguintes, Paul McCartney lançou álbuns íntegros, mas não tão inspirados. Em Tug of War (1982) fez duetos com Carl Perkins e Stevie Wonder. Pipes of Piece (1983) marca as parcerias de Paul com o rei do pop Michael Jackson. Give My Regards to Broad Street (1984) é a banda sonora do seu filme homônimo, onde Paul apresenta novas músicas e revisita clássicos da sua carreira. 

O pop experimental de Press to Play (1986) também não foi bem digerido pelo público, e Paul somente reencontraria os louros de outrora três anos depois, com o óptimo Flowers in the Dirt. O sucesso das músicas This One, My Brave Face e Figure Of Eight impulsionou a turnê mundial Get Back World Tour, a primeira de Paul desde a separação dos Wings.

Off The Ground + Paul Is Live + Flaming Pie + Run Devil Run

Em 1993 lança Off the Ground. O grande sucesso do disco é a faixa Hope of Deliverance, curiosamente uma canção que foge aos padrões “McCartianos”, onde ritmos latinos e violões flamenco se unem a uma letra inspirada em Bob Marley. A turnê New World Tour esgotou estádios pelo mundo todo e foi registada no álbum duplo Paul is Live (1994).

Paul McCartney surpreende o mundo em 1997 com o lançamento de Flaming Pie um dos discos mais geniais e inspirados de toda a sua carreira. Dois anos depois, Paul dá uma guinada e volta às raízes. Monta uma banda com David Gilmour (Pink Floyd), Mick Green (Johnny Kidd & The Pirates) e Ian Paice (Deep Purple) e grava Run Devil Run, um álbum composto por clássicos do rock’n’roll e quatro composições inéditas.

Com essa formação, Paul toca no lendário Cavern Club em Liverpool, a sua terra natal.


Driving Rain + Chaos and Creation in the Backyard + Memory Almost Full + Fireman
Na última década Paul McCartney seguiu lançando grandes álbuns como Driving Rain (2001), Chaos and Creation in the Backyard (2005) e Memory Almost Full (2007); formou um duo eletrônico chamado The Fireman e lançou vários DVDs registrando as suas bem sucedidas tournês mundiais e shows específicos, como na Praça Vermelha na Rússia ou em New York City.

O ultimo álbum de Paul McCartney, "Kisses on the Bottom", leva o ex-beatle à era de ouro de Hollywood, evocada em canções clássicas e em faixas inéditas. Paul faz uma "viagem profundamente pessoal" pelo cancioneiro norte-americano clássico que inspirou McCartney e o parceiro John Lennon nas composições dos Beatles. 

"Quando crescemos, tínhamos a era do meu pai ou, no caso de John, da mãe dele, que escutávamos, e aí quando fomos escrever canções de rock isso influenciou o rock", declarou McCartney, que acrescentou:
"Honey Pie", do White Albun dos Beatles, é uma dessas faixas que " que evocam Hollywood".

Sir Paul, acrescentou ainda que teve como inspiradores alguns dos mais famosos actores e cantores do cinema norte-americano, como Frank Sinatra, Dean Martin e especialmente Fred Astaire, cujo estilo e voz foram uma referência para McCartney ao longo da carreira.

"Há muito tempo que desejava gravar este álbum, primeiro com os Beatles, depois individualmente, mas vi-me obrigado a adiar o projeto depois de, Robbie Williams e Rod Stewart lançarem trabalhos com clássicos das big bands. Não quis passar a ideia de que estava  a aproveitar a onda."

McCartney contou com a colaboração do produtor Tommy LiPuma e da premiada cantora de jazz Diana Krall para gravar "Kisses on the Bottom" em Londres, em Nova York e no famoso estúdio da Capitol Records, em Los Angeles. Escolheu clássicos como "More I Cannot Wish You", do musical "Guys and Dolls", e uma lenta versão de "Bye Bye Blackbird". 

Outras colaborações no álbum são do lendário Stevie Wonder, em "Only Our Hearts", tributo à música das décadas de 1930 e 40; e de Eric Clapton, em "My Valentine", uma das músicas favoritas de McCartney no álbum, na verdade é uma carta de amor à sua nova esposa, Nancy Shevell.

O lançamento de Kisses on the Bottom  foi a 7 de Fevereiro passado.
 
Portanto, concluo que Paul McCartney é hoje o maior músico criador de harmonias e melodias que o rock já produziu, independente de ter sido integrante nos anos sessenta da maior banda da história, mesmo que esse período tenha sido o mais importante e criativo de sua extensa carreira.

Sexta-feira, 20 de Abril de 2012

O Rei fez 71 Anos..."Long Live The King!"


Não é qualquer um que recebe como presente de aniversário, em coro de 8,5 mil pessoas, numa declaração de amor em forma de música seguida de um "Parabéns para você". É o Rei. Num show de cartas marcadas, mas com a emoção e relação intensa com os fãs de sempre, Roberto Carlos festejou os seus 71 anos no Maracanãzinho esgotado na noite desta quinta-feira, 19 de Abril, no Rio de Janeiro.

Às 22h05, com 35 minutos de atraso, a banda regida por Eduardo Lagesiniciou o espectáculo, com o coro cantando "Como é grande o meu amor você", que uma hora mais tarde seria entoada por todos os presentes, à capela e no escuro, em homenagem supresa encomendada pelo mesmo maestro antes de Roberto entrar no palco. Às 22h10, o Rei aparece, de calça, camisa e casaco brancos e, após reverencias silenciosas e um suspiro, abre o show com "Emoções", como de hábito.

"Que prazer rever vocês aqui no Rio de Janeiro, aqui no Maracanãzinho. Obrigado por esse carinho, por essas coisas maravilhosas que eu tenho recebido desde que nasci. Não precisa dizer que faz muito tempo porque hoje, principalmente, eu sei. Bota tempo nisso, bicho. Obrigado", disse, após a abertura. "Gostaria de dizer muitas outras coisas, mas, sei lá, meu negócio é cantar", continuou, antes de emendar "Eu te amo, eu te amo, eu te amo".

As lágrimas, já comuns entre os fãs, em sua grande maioria mulheres, escorreram com mais força quando, ao término da quinta música, "Cama e mesa", Roberto assumiu o violão e cantou "Detalhes", tendo ao fundo um cenário que simulava o céu estrelado.

Para quebrar o clima meloso e introduzir "O portão", o Rei capricha ao contar a história do cachorro Axaxa, que também não é novidade, mas mesmo assim faz rir o público, entre desconhecidos e famosos como os actores Selton Mello, Alexandre Nero, Marcius Melhem e Eri Johnson, os empresários Ricardo Amaral e Luiza Brunet e a ex-parceira de jovem guarda Rosemary.

"Essa música eu sempre cantava com muita alegria. Alegria que não posso dizer sinceramente que sinto hoje, mas sinto um amor cada vez maior", disse o Rei, antes de "Lady Laura", música dedicada à mãe, que faleceu em 2010.

 Entre as poucas que o público não cantou em coro, "Jerusalém de ouro" trouxe um raro momento de contemplação. Luzes douradas no palco, imagens da Terra Santa no telão e um belo solo de violino deixaram a plateia admirada e quieta. Como no espectáculo que realizou em Setembro do ano passado, em Israel, já á venda em DVD, Roberto ainda cantou parte da letra em hebraico.
No fim da música, o Rei generoso apresentou calmamente toda a banda, com elogios e pequenas histórias de cada um, como o de Dedé (Anderson Marquez), que era secretário de Roberto no início de carreira, e um dia se cansou do cargo decidindo ser baterista. "Perguntei: 'Você sabe tocar?'. Ele disse: 'Não. Mas me dá um mês'", contou.

Quando acabou as apresentações, o cantor recebeu o seu presente-surpresa. As luzes se apagaram e milhares no ginásio todos levantaram os telemóveis acesos e cantaram "Como é grande o meu amor por você" e "Parabéns para você". Roberto Carlos cortou o bolo, deu o primeiro pedaço para o filho Dudu Braga, o segundo para a secretária Carminha e o terceiro para o público, que não fez cerimônia: "Ahá, uhú, o Roberto eu vou comer seu bolo", brincaram os presentes.

Para agradecer, o Rei emendou uma sequência de hits que começou com "É proibido fumar" e terminou, à meia noite, com "Jesus Cristo", seguido da tradicional distribuição de flores. Um roteiro que quase não é alterado, mas que parece nunca sair de moda. E terá bis: esta sexta, 20 de Abril, no mesmo horário e local, Roberto faz um show extra para quem não conseguiubilhetes  para o primeiro.

Repertório, dos temas cantados pelo Rei:

1. "Emoções"
2. "Eu te amo, te amo, te amo"
3. "Além do horizonte"
4. "Amor perfeito"
5. "Cama e mesa"
6. "Detalhes"
7. "Desabafo"
8. "O portão"
9. "Lady Laura"
10. "Nossa Senhora"
11. "Pensamento"
12."Mulher pequena"
13. "Proposta"
14. "Côncavo e convexo"
15. "Jerusalém de Ouro"
16. "É proibido fumar" / "Namoradinha de um amigo meu" /  "Quando" / "E por isso estou aqui"
17. "Como é grande o meu amor por você"
18. "Jesus Cristo"

Segunda-feira, 16 de Abril de 2012

The Small Faces



Para muitos críticos e uma parte significativa da mídia especializada, Small Faces é a melhor banda inglesa que não fez sucesso fora da Inglaterra. Talvez tenha chegado o momento do mundo reconhecer o talento e o legado desse grupo sensacional.

A Universal programou para o dia 7 de Maio o relançando de todo o catálogo clássico dos Small Faces em versões expandidas. Os títulos sairão em caixas especiais, forradas de faixas bônus que incluem músicas lançadas apenas em compactos, outtakes, versões alternativas e inúmeras mixagens diferentes. Os álbuns também estarão disponíveis para download pago.
Aproveitando o resgate do grupo, foi colocado na rede um site oficial dos Small Faces,  no seguinte endereço: http://www.thesmallfaces.co.uk/.

São quatro os discos que ganham nova versão.
  • Small Faces
A convulsiva estreia ao estilo mod e rhythm & blues inglês, lançada originalmente em 1966. Este trabalho conta com uma série de compactos da fase inicial da banda. Vale lembrar que, nessa época, os Small Faces eram a segunda maior banda mod do mundo, ficando atrás apenas dos Who. Recomendado para fãs das fases iniciais de bandas como Rolling Stones, Yardbirds, Animals e Them.

  • From The Beginning
Quando a banda assinou com o selo Immediate de Andrew Loog Oldham, a Decca (detentora do catálogo inicial do grupo) prensou essa coletânea na metade de 1967, numa tentativa óbvia de concorrer com os novos lançamentos. Mais do que uma mera retrospectiva, o título traz uma série de faixas que foram lançadas apenas como lados B de compactos. Isso fez com que esse disco, que inicialmente não era reconhecido pela banda, passasse a integrar o catálogo como álbum oficial.

  • Small Faces
Esse disco foi lançado nos EUA com outra capa e 5 faixas diferentes, com o título de There Are but Four Small Faces. Provavelmente a versão americana talvez seja o melhor trabalho da banda. Um típico álbum de 1967, com forte influência do psicodelismo que se firmou como estilo de época. Com uma musicalidade muito mais elaborada e madura, ainda conseguiu manter toda a identidade sonora da banda. Recomendado!

  • Ogdens’ Nut Gone Flake
Reconhecido como o ápice criativo do grupo, esse disco conceitual de 1968 é apontado como um dos melhores álbuns de toda a história do rock. O álbum original vinha em uma capa redonda. Com certeza, não repercutiu como deveria pois era psicodélico demais para os padrões da época. Se tivesse sido lançado um ano antes, teria sido o trabalho mais próximo do Sgt. Pepper’s, os Beatles (ainda que guardando uma considerável distância). Sensacional!

Vale lembrar que o primeiro Small Faces (1966) e a coletânea From The Beginning (1967) foram relançadas no ano passado em vinil de 180 gramas pelo selo 4 Men With Beards e ainda se encontram em catálogo.

(Lester Benga)

Sábado, 14 de Abril de 2012

Keith Moon convidado para a cerimónia de encerramento ?!


A organização dos Jogos Olímpicos de Londres-2012 enviou um convite formal aos empresários dos ‘The Who’ a solicitar a participação de Keith Moon na cerimónia de encerramento. O problema é que o baterista, que pertenceu à formação original da banda de rock britânica, morreu há 34 anos na sequência de uma overdose de comprimidos.

A revelação foi feita pela empresário Bill Curbishley em entrevista ao jornal The Times: «Enviei um e-mail a informar que o Keith agora reside no crematório de Golders Green [Londres] e acrescentei uma frase simbólica dos ‘The Who – “Espero morrer antes de envelhecer”. Se tiverem uma mesa redonda, uns copos e velas, podem contactá-lo.»

A organização dos JO, que recentemente viu os ‘Sex Pistols’ recusarem o convite para atuarem na festa de encerramento, esperava contar com o controverso baterista num espetáculo chamado “Symphony of Rock”.

Domingo, 8 de Abril de 2012

8 de Abril...17 anos sem Kurt Cobain

No dia 8 de Abril de 1994, Kurt Cobain foi encontrado morto na estufa de sua casa, em Seattle, Estados Unidos. O líder do Nirvana cometeu suicídio (Kurt disparou um tiro na cabeça) aos 27 anos de idade; segundo os  laudos divulgados à época, a data oficial da morte foi 5 de Abril.

Kurt Donald Cobain nasceu no dia 20 de fevereiro de 1967, na cidade de Aberdeen, próxima a Seattle, berço do grunge. Pouco mais de 20 anos depois, Kurt, Krist Novoselic e Dave Grohl se tornariam o epicentro de uma cena que mudou os rumos do rock. Tendo encontrado um mercado carente de ídolos do género, o trio invadiu as rádios com as faixas do disco Nevermind, segundo da carreira, em 1991 (o hino "Smells Like Teen Spirit" foi lançado na compilação). Em janeiro de 1992, o disco desalujou Michael Jackson no topo da Billboard, vendendo três milhões de cópias em seis meses.

O sucesso estrondoso de Nevermind alçou Kurt ao posto de "mártir" de uma geração. A rotina de rockstar, no entanto, não parecia se encaixar na vida do ídolo, Cobain passou a sofrer com a exposição crescente. Além de lidar com fortes dores de estômago, passou a freqüentar clínicas de reabilitação e a enfrentar overdoses supostamente acidentais (o caso mais conhecido aconteceu em Roma, quando o cantor foi ressuscitado pela esposa Courtney Love após ingerir uma grande quantidade de álcool e barbiturícos).

Sete mil pessoas participaram de uma vigília no em Seattle, três dias depois de o corpo do cantor ter sido encontrado. A massa de jovens desolados com a perda de Cobain foi embalada por uma mensagem gravada de Courtney, que leu trechos da carta de despedida encontrada ao lado do músico.


Kurt viveu uma vida marcada pela depressão, desgastes emocionais e vícios em drogas. Os últimos anos de sua vida foram castigados pela dependência exagerada de heroína, pela forte pressão exercida pela mídia e por sua conturbada relação com a esposa Courtney Love.

Talvez um dos maiores mistérios da música mundial, o suicídio de Kurt ainda não é aceite por boa parte das pessoas. Há alguns indícios de que ele tenha sido assassinado:

-A suposta carta de suicídio de Kurt, não é uma carta de suicídio. É uma carta que explica a sua decisão de abandonar a música, e sobretudo, as tournés. Segundo os maiores especialistas em caligrafia nos EUA, as frases finais da carta de despedida foram escritas por outra pessoa e teve frases incluídas.

- Quando a polícia chegou ao local da morte de Kurt, estava com a arma encostada ao peito, mais, por supostamente ter atirado na cabeça, a arma deveria ter saltado para longe do corpo.

- O músico Eldon Hoke, mais conhecido como “El Dulce” afirma ter recebido uma proposta de Courtney para matar Kurt: "Ela me ofereceu 50 mil dólares para matar o marido, eu devia ter aceite".  El Duce,chegou a fazer o conhecido teste do  poligrafo e, segundo o Dr. Edward Gelb, um perito no assunto, ele não mentiu Disse ainda que sabia quem tinha aceite a proposta de Courtney, mas que não diria o nome do assassino, por ter medo de ser ele a próxima vitima. Curiosamente, foi encontrado morto uma semana depois, atropelado por um combóio.

- Na arma, na caneta usada para escrever a carta, nos cartuchos de bala da arma e nas seringas de heroína que Kurt teria usado para se injectar, não foram encontradas impressões digitais de Kurt. Na verdade não foi encontrado nenhuma impressão digital, o que nos remete à hipótese de assassinato, já que a pessoa pretendia não deixar sinais do crime.

- Três dias antes de morrer, Kurt declarou a um amigo que “temia por sua vida”.

Quinta-feira, 8 de Março de 2012

Tenho para vender.

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Terça-feira, 6 de Março de 2012

Carlos Santana, a lenda.

Carlos Santana, nasceu num vilarejo mexicano, Autlan de Navarro na costa Sul do estado de Jalisco no Mexico. Seu pai José Santana, violinista e membro integrante de uma banda de Mariachi,desde cêdo o motivou, ensinando-lhe a teoria da musica tradicional mexicana, num velho violão que havia lá por casa. Carlos desde logo percebeu que o seu sonho, era libertar-se dos boleros, da musica rancheira e da musica mariachi, e tocar o Rock'n Roll, a nova onda musical do inicio dos anos 50. 

Formou logo uma banda, os TJ's, e começou a ganhar a vida nos bares da "Tijuana Strip," na cidade de Tijuana, para onde se mudara em 1955. Em 1961, mudou-se para San Francisco, juntando-se á sua família, que para ai tinha ido viver no ano anterior. O destino colocara  Carlos Santana, no sitio certo e no momento certo, exactamente no olho do vulcão efervescente da cena musical, do inicio dos anos 60. A Bay Area em São Francisco, era na época, o caldeirão aonde se cozinhava a mudança artística, musical cultural e politica da juventude americana. 

Neste clima, Carlos continuou a evoluir e aperfeiçoara o seu estilo unico de tocar guitarra, e em 1966, faz a estreia da sua "Santana Blues Band". Durante os dois anos, seguintes, o grupo foi crescendo no meio de um turbilhão de aplausos, e popularidade que os catapultou do histórico Bill Graham Fillmore West para o palco principal do Woodstock, aonde em 16 de Agosto de 1969, a banda de Carlos Santana, tocando um Rock cheio de latinidade foi apresentado ás massas.

Em 1969, a banda lançou o seu primeiro álbum, intitulado simplesmente "Santana". O single "Evil Ways" ajudou o disco a atingir o estatuto de platina duplo e foi seguido em 1970, por "Abraxas", que incluiu "Black Magic Woman" e "Oye Como Va.  Seguiram-se mais dois álbuns de sucesso em 1971 " Santana III ", com ‘Everything’s Coming Our Way’ e em 1974 a Columbia lança um Greatest Hits.

Como "hit maker" estabelecido, Carlos Santana, foi escolhido para produzir a banda sonora do filme "La Bamba", e participou no "Rock ‘n Roll Summit" em 1987, o primeiro concerto de rock realizado conjuntamente pelos EUA, e pela URSS, e fez ainda uma turnê em 1988 com o saxofonista de jazz Wayne Shorter.

Santana foi a primeira banda a ganhar o "Globo de Cristal" da CBS Record, pelas vendas de mais de cinco milhões de álbuns, foi eleito o "Best Pop-Rock Guitarist " por diversas vezes numa votação anual da Playboy Magazine. Recebeu em 1988 o Grammy para o "Best Rock Instrumental Performance" e foi objecto de um concerto tributo especial levado a cabo pela Recording Academy, durante o Grammy Awards 1996, em conjunto com a sua indução no Rock Walk de Hollywood. 

Recebeu dez prêmios da "Bay Area Music", incluindo seis "Best Guitarist" e três "Musician Of The Year". Nesse mesmo ano, foi nomeado Lenda da Música Latina do Ano, pela Chicano Music Awards. Também em 1996, a revista Billboard agraciou Carlos Santana com o "Century Award", a sua mais alta distinção pelo conjunto da obra criativa, e em 1998, foi imortalizado no mundo do entretenimento com uma estrela no "Hollywood Walk of Fame".

Carlos Santana também contribuiu com os seus talentos em benefício de numerosas causas de caridade, entre eles a Blues For Salvador, San Francisco Earthquake Relief,  Tijuana Orphans, Rights Of Indigenous Peoples, e contribuiu ainda com diversas acções para a educação da juventude latina em associação com a Hispanic Media & Education Group. Recebeu inúmeros elogios pela sua constante intervenção cívica e humanitária ao longo dos anos.

Em 1999, Santana assinou com a Arista Records, aonde Carlos se reuniu com o seu mentor Clive Davis, 30 anos após a assinatura do seu primeiro contrato com o executivo da Columbia em 1969. O seu primeiro trabalho conjunto foi "Supernatural", o álbum que comemorou a carreira de 36 anos da Santana Blues Band.

 
"Supernatural" já vendeu mais de dez milhões de cópias, e foi oficialmente certificado com "Dectillion Platinum’ - Diamond Status, da R.I.A.A." Ganhou nove Grammys no 42º Annual Grammy Awards em February de 2000, incluindo Album Of the Year, Best Rock Album, Record Of The Year, Song Of The Year com a faixa ‘Smooth’,colaboração inesquecível de Santana com a estrela do rock alternativo, Matchbox Twenty e Rob Thomas. 

Em 1999, ninguém no planeta que tivesse um rádio podia deixar de sentir o ritmo sensual desta obra-prima do rock latino. Carlos Santana explica que "Algumas canções são como tatuagens para o nosso cérebro. Ouvimo-las e elas ficam logo tatuadas na nossa vida para sempre". 'Smooth' provou o seu poder de permanência com um recorde de 12 semanas consecutivas no primeiro lugar da Billboard Hot 100, tornando-se no numero um de 1999, que se manteve por mais tempo nessa posição.

O segundo single de Supernatural, "Maria, Maria", é um quadro pintado com influências espanholas, fundindo a musica Latina, com os sons Africanos e pan-Caribe. Com o seu apelo multi- racial, ficou 10 semanas no topo da lista de vendas Hot 100, tendo ainda alcançado um Grammy na categoria "Best Performance By A Duo or Group With Vocals". O álbum que contou também com convidados de peso, estrelas de primeira grandeza como,Lauryn Hill, o lendário Eric Clapton, Dave Matthews, Everlast, Eagle Eye Cherry, e Maná, entre outros. "Supernatural" estabeleceu pontes culturais, geracionais e musicais, forjando parcerias criativas, multi-dimensionais, e multi-culturais .

Carlos Santana, afirmou que "Todos os musicos participaram no mesmo comprimento de onda e energia artística comigo. Supernatual é um belo exemplo de sincronia, tornando-se uma experiência verdadeiramente gloriosa."

No início do novo milénio, Carlos Santana estava no auge de uma carreira notável tendo atravessado cinco décadas, sobrevivendo a inúmeras tendências musicais, vendeu mais de 50 milhões de álbuns, tocou ao vivo para mais de trinta milhões de fãs, tendo recebido inúmeros prémios e honrarias.

Sábado, 3 de Março de 2012

James McCartney, vai actuar na Cavern Club

James McCartney, filho de Paul McCartney, apresentarse-á em Abril na mítica Cavern Club de Liverpool, o mesmo local aonde os Beatles iniciaram a sua consagrada fantástica carreira.

James McCartney, que participou em alguns dos trabalhos do seu pai, iniciou a sua carreira a solo em 2009 e, desde então, já lançou três álbuns de música pop. Apesar de não repetir o mesmo êxito dos lançamentos do pai, os discos de James receberam elogios de grande parte da critica especializada.

Pela primeira vez em tourné, que também passará por Londres e Dublin, o filho de Paul e da já falecida Linda McCartney subirá ao palco para se apresentar onde os Beatles actuaram mais de 300 vezes durante os anos 60.

O pub subterrâneo, é mundialmente famoso por ter sido o palco de uma das primeiras apresentações dos Fab Four de Liverpool em 1961. Anteriormente, e ainda sob o nome de The Quarrymen, o quarteto apresentara-se no Casbah Coffee Club, local que foi declarado património histórico pelas autoridades britânicas em 2006.

A Cavern, foi fechada no ano de 1973, mas acabou por ser recriada a poucos metros do seu primeiro endereço. Para não perder as suas características, o pub foi reconstruído usando os mesmos tijolos do local original. Em 1999, Paul McCartney chegou a voltar ao palco onde começou a sua carreira para promover seu álbum solo "Run Devil Run".

"Claro que tenho vontade de tocar na lendária Cavern Club de Liverpool. É o local aonde muitas carreiras começaram e aonde o grupo do meu pai costumava tocar. Será um momento especial", reconheceu James ao anunciar os detalhes de sua tourné.

Sexta-feira, 2 de Março de 2012

Morreu Lúcio Dalla, um dos mais importantes cantores/compositores italianos


Lúcio Dalla, um dos mais importantes cantor, autor italiano, criador de sucessos internacionais como "Caruso", morreu ontem quinta-feira em Montreux (na Suíça) com um enfarto aos 68 anos, informou a imprensa italiana.

A última aparição em Itália de Dalla, que em 4 de marco iria completar 69 anos, foi na semana passada no Festival da Canção de San Remo num dueto com o jovem Pierdavide Carone, para quem havia composto a canção "Nani".

O fotógrafo e amigo Roberto Serra contou que ontem falou com Dalla, e ele e estava "bem, feliz e tranquilo" com a turnê europeia iniciada em Lucerna, que deveria passar por Zurique e Montreux. A tourné estava prevista para encerrar em 30 de Março em Berlim.

Em 40 anos de carreira, emocionou com canções como "Gesù Bambino", com a qual participou de 1971 no Festival da Canção de Sanremo e foi o seu primeiro grande sucesso, embora a censura o tenha obrigado a mudar o título. Optou por mudar o nome da canção para "4/3/1943" (data de seu nascimento). A música que contava a história de uma mãe solteira, foi adaptada por Chico Buarque, que na sua versão chamou de "Minha História".

Internacionalmente, seu grande êxito chegou nos anos 80 com a composição "Caruso", considerada uma das obras-primas da música italiana pela crítica.

Ultimamente, Dalla realizava com o seu amigo e cantor Francesco de Gregori uma tourné italiana de enorme sucesso. 

Quinta-feira, 1 de Março de 2012

Morreu Davy Jones, membro dos Monkees (1945-2012)


Davy Jones, actor e vocalista dos Monkees, morreu aos 66 anos, na manhã desta quarta-feira, 29 de Fevereiro, após sofrer um ataque cardíaco , na Flórida (EUA). A morte foi confirmada pelo IML de Fort Pierce,  Indiantown.

Davy Jones fez parte dos Monkees, banda criada em 1965 pela rede de televisão norte-americana NBC com intenção de rivalizar com os Beatles.

 Entre 1966 e 1968, ele e os outros integrantes Micky Dolenz, Michael Nesmith e Peter Tork actuaram na série que tinha o nome da banda e gravaram o filme "Os Monkees Estão Soltos".

O grupo lançou hits como "Daydream Believer", "Last Train to Clarksville" e "I'm a Believer", esta última escrita por Neil Diamond.

Mesmo depois de o programa ter sido cancelado, após 58 episódios, os Monkees,continuaram a lançar álbuns e a fazer tournês até 1971. Venderam 50 milhões de discos em todo o mundo e foi considerado por John Lennon como "os irmãos Marx do rock", uma referência aos comediantes norte-americanos.

Em Maio do ano passado, Jones, Dolenz e Tork reuniram-se para uma tournê de aniversário, dos 45 anos da banda. A última apresentação ao vivo de Jones foi no dia 19 de Fevereiro deste ano em Oklahoma, nos Estados Unidos.

Segundo o site TMZ, na noite anterior, Davy Jones, tinha se apresentado com B.B. King em Nova York, e estava aparentemente bem.

Durante a noite desta quarta-feira, 29 de Fevereiro, as autoridades divulgaram o áudio da chamada de emergência, em que se pode ouvir uma mulher --provavelmente uma funcionária do rancho no qual Jones teve seu ataque cardíaco-- dizendo que estãvam a  colocar Jones numa viatura, para o levar ao hospital, tendo o cantor chegado ao hospital, já sem vida.

Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012

Casas de infância de Lennon e McCartney vão ser preservadas


As casas onde viveram os ex-Beatles John Lennon e Paul McCartney durante a infância vão ser preservadas, não podendo sofrer qualquer alteração sem autorização oficial, divulgou hoje o governo britânico.

O ministro do Turismo e do Património britânico, John Penrose, afirmou hoje que a casa de Lennon, na zona sul de Liverpool, e a casa de McCartney, localizada na mesma zona, serão classificadas, não podendo sofrer qualquer tipo de alteração sem a autorização das autoridades locais.

Lennon viveu no número 251 da Menlove Avenue com os tios entre 1945 e 1963, após a separação dos pais, enquanto McCartney mudou-se para aquela zona em 1955 e viveu durante nove anos numa casa perto da Forthlin Road.

Os dois músicos escreveram o primeiro grande êxito dos Beatles, "Please Please Me", na casa de Lennon.

As duas casas foram, entretanto, restauradas pelo The National Trust, uma organização britânica responsável pela preservação de castelos e casas.

Fonte: Agência Lusa,

Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012

Sting no Cool Jazz Fest, em Oeiras

Sting é a primeira confirmação para a edição deste ano do festival EDP Cool Jazz Fest. 

O concerto do ex-líder dos Police está agendado para o dia 29 de Junho, no Estádio do Parque dos Poetas, em Oeiras. Segundo a organização, o recinto tem a capacidade de cerca de 10 mil pessoas.

A passagem de Sting por Portugal insere-se na digressão ‘Back to Bass’, que arrancou em Outubro nos Estados Unidos, e tem como objectivo celebrar os seus 25 anos de carreira a solo. Como tal, o músico vem acompanhado do seu guitarrista de longa data, Dominic Miller, bem como de outros quatro músicos: Vinnie Colaiuta, na bateria, David Sancious, nas teclas, Peter Tickell, no violino eléctrico, e Jo Lawry, nos coros.

Os preços dos bilhetes também já são conhecidos e variam entre os 60 euros (para o Gold Circle, com vista privilegiada para o palco), os 45 euros para a bancada, e os 30 euros para a relva.

A última actuação de Sting a solo em Portugal aconteceu em 2006, durante a segunda edição do Rock in Rio Lisboa, no Parque da Bela Vista. Um ano depois, em Setembro de 2007, o músico voltou ao nosso país, mas desta vez no âmbito do reencontro dos Police, que aconteceu no Estádio Nacional.

Bastante acarinhado em Portugal, o regresso do mítico artista britânico ao nosso país vai, certamente, agradar os milhares de fãs nacionais, especialmente nesta altura em que Sting celebra 25 anos de carreira. 

Fonte: Alexandra Ho/Sol

Sábado, 25 de Fevereiro de 2012

Jack Bruce formou Spectrum Road em homenagem ao baterista de jazz Tony Williams


O baixista Jack Bruce, ex-Cream, anunciou nesta sexta, 24 de Fevereiro, a criação de um supergrupo chamado Spectrum Road, em que tocará com músicos do Living Colour, da banda de Carlos Santana e do trio Medeski, Martin & Wood. 

A banda foi formada para homenagear o baterista de jazz Tony Williams, morto em 1997, do qual Bruce e outros integrantes são fãs. As informações são do jornal britânico The Guardian.

A esposa de Santana, Cindy Blackman, tocou bateria no álbum de estreia do Spectrum Road, que deverá ser lançado este ano. Além dela, o guitarrista Vernon Reid e o pianista John Medeski completam o quarteto. 

"Estamos a usar [a homenagem a Tony Williams] como um ponto de partida", disse Bruce.

"O nome 'Tributo à vida de Tony Williams' era preciso de certa forma, mas muito limitado", contou Reid à revista Guitar Player. "Estávamos mais inspirado pelo espírito de Tony. Tornou-se importante para este grupo ter a sua própria identidade e não ser amarrado ou congelado por qualquer tipo de nostalgia do passado."

Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

Barack Obama, intrepreta "Sweet Home Chicago"


O presidente dos EUA, Barack Obama, que está em campanha à reeleição, "caiu no blues" ao receber a visita de astros da música na Casa Branca, ontem terça-feira.

A "actuação" ocorreu no fim de um show que reuniu astros do blues do passado, do presente e do futuro. Obama disse que o blues faz lembrar que os EUA já passaram por tempos mais difíceis que os actuais, mas superaram. Fez ainda questão de cumprimentar a lenda do blues B.B. King.

Encorajado pelos presentes, Barack Obama cantou "Sweet Home Chicago", homenagem à cidade em que ele ergueu a sua carreira política.
O guitarrista e cantor Buddy Guy elogiou as performances anteriores de Obama e disse que ele tem de continuar a cantar.

Privilégios presidenciais. Houve palavras sérias, onde se assinalou o passado dos negros nos Estados Unidos, momentos cómicos e verdadeiros colossos da música em palco. Mick Jagger cantou, BB King levou a guitarra e até Barack Obama surpreendeu, na despedida.

Plateia de pé, o blues a ouvir-se e Obama faz as despedidas elogiando os músicos: 

«Foi uma noite incrível».

Mas a música que se ia ouvindo não era uma música qualquer. Um dos artistas fez questão de dizer a Obama que não podia escapar a ‘Sweet Home Chicago’. O Presidente dos Estados Unidos resistiu enquanto pôde, mas não conseguiu fazer nada perante o microfone estendido pelo vocalista dos Rolling Stones. E com uma breve participação de BB King, Obama cantou os primeiros versos do tema sobre a cidade de onde partiu para Washington antes das últimas eleições que o colocaram na Casa Branca.

Domingo, 19 de Fevereiro de 2012

A origem do Carnaval


O Carnaval é uma festa que teve a sua origem na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C. Através desta festa os gregos realizavam os seus cultos de agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. 

Passou a ser uma comemoração adoptada pela Igreja Católica em 590 d.C.É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "carnaval". Durante o período do carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava ao seu modo, de acordo com seus costumes. 

O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro inspirariam-se no carnaval parisiense para implantar as suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinquia. Cá em Portugal, esse modelo é seguido á risca, dentro dos condicionalismos nacionais, nas cidades de Loulé e Torres Vedras.

O carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book como sendo o maior carnaval do mundo. Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo.

A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazeres.

Em geral, o carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira .Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras.

O carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres. O Carnaval prolongava-se por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, de 17 a 23 de Dezembro. Todas as actividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos tinham liberdade temporária para fazer o que quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, e um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (Saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia.

No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com as suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato actual.

Todos os feriados eclesiásticos são calculados em função da data da Páscoa, com exceção do Natal. Como o domingo de Páscoa ocorre no primeiro domingo após a primeira lua cheia que se verificar a partir do equinócio da primavera (no hemisfério norte) ou do equinócio do outono (no hemisfério sul), e a sexta-feira da Paixão é a que antecede o Domingo de Páscoa, então a terça-feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa.

Fonte: Wikipédia

Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012

Os Beatles ponderaram reunir-se, quando todos ainda estavam vivos

Os Beatles consideraram a possibilidade de voltarem ao activo quando os quatro integrantes ainda eram vivos, conta Paul McCartney. 

"Discutimos o plano de juntar os Beatles umas vezes",  disse Paul à Rolling Stone, EUA, "mas não se concretizou, não havia paixão  suficiente para suportar a ideia ."

De acordo com McCartney, a banda estava bastante satisfeita com o ciclo criativo que tinham completado e tinha medo de estragar seu legado. 

"Mais do que isso, poderíamos ter arruinado todo o conceito dos Beatles, ao ponto de dizerem 'Ah, meu Deus, eles não eram assim tão bons”,  revelou Paul. “As sugestões de reunião nunca foram suficientemente convincentes . Eram entusiasmantes quando aconteciam - 'Seria bom, sim’ – mas aí algum de nós acabava sempre por não gostar da ideia. E isso bastava, pois éramos uma perfeita democracia.”

Apesar de os Fab Four nunca se terem reunido, várias combinações dos membros da banda tocaram juntos em vários projectos e ocasiões especiais nas décadas seguintes ao fim do grupo, em 1970. Ringo Starr apareceu em gravações solo de John Lennon, George Harrison e McCartney, e tanto Starr quanto McCarney apareceram em "All These Years Ago", a canção de Harrison escrita em homenagem a Lennon. Os três também terminaram demos de Lennon, "Free As A Bird" e "Real Love", para a série Beatles Anthology.

Alguns Beatles também se reencontraram para colaborações aleatórias ao vivo, incluindo a performance de Ringo e George juntos no Concert for Bangladesh em 1971 e a vez em que McCartney, George e Ringo tocaram “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" no casamento de Eric Clapton em 1979.

McCartney e Lennon reuniram-se extemporaneamente para uma jam session em estúdio em 1974 que também contou com a presença de Stevie Wonder, Harry Nillson, Linda McCartney e Bobby Keys. 

"Estávamos chapados”, conta Paul, sobre a sessão, que foi imortalizada na forma do bootleg Toot and a Snore. "Eu acho que não havia ninguém naquele estúdio que não estivesse chapado. Por alguma razão bizarra, decidi assumir a bateria. Era só uma festa. Usar a palavra ‘desorganizado’ seria subestimar completamente. Pode ser que eu tenha feito uma tentativa fraquinha de restaurar a ordem – "pessoal, sabe, vamos pensar numa música, essa seria uma boa ideia' – mas não consigo lembrar se fiz isso mesmo ou não."

Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2012

O Chitlin´ Circuit

                                          O vibrafonista Lionel Hampton no Memphis´Hippodrome, 1955.
 
O Chitlin´circuit era o nome de um circuito onde se apresentavam artistas negros para um público também de negros na sua maioria pobres, criado quando a segregação racial atingiu o seu auge, por obra e graça da lei Jim Crow nos anos 30 e 40, que proibia o acesso e convívio entre brancos e negros em locais públicos, principalmente no Sul dos USA.

Na realidade, este circuito teve origem ainda no final do século 19 e durou até meados dos anos 60 do século 20, como uma alternativa viável de sobrevivência para músicos, comediantes, actores e músicos negros.

Incluíam night clubs, bares, cafés, restaurantes e espeluncas de beira de estrada, os honky tonk. O termo chitlin´ deriva de chitterlings , ou seja intestinos de porco fervidos, assim á moda das nossas tripas do Porto, que era a comida preferencial dos negros escravos americanos e que mais tarde, se tornou a base alimentar da população negra pobre do sul dos USA.

Historicamente, Baltimore foi a primeira cidade do chitlin´circuit que depois se espalhou por todo o sul, derivando para o leste do Texas, daí subindo para Chicago e Detroit através do Deep South (Alabama, Mississippi, Missouri), até atingir Nova Iorque. Teatros famosos dessa época são o Royal Peacock in Atlanta; o Carver Theatre em Birmingham, Alabama; o Cotton Club,o Small´s Paradise e o Apollo Theatre em Nova Iorque.

Outros eram o Robert´s Show Lounge, o Club DeLisa e o Regal Theatre em Chicago. O Howard Theatre em Washington, D.C., o Uptown Theatre na Philadelphia, o Royal Theatre em Baltimore, o Fox Theatre em Detroit, o Victory Grill em Austin, Texas, o Hippodrome Theatre em Richmond, Virginia e o Ritz Theatre em Jacksonville, Florida, eram casas bem concorridas no circuito.

O chitlin´circuit foi de fundamental importância para a divulgação do blues, jazz, do R&B e qualquer manifestação da arte negra americana. Artistas do porte de Count Basie, George Benson, Cab Calloway, Ray Charles , Dorothy Dandridge, Sammy Davis Jr., Duke Ellington, Ella Fitzgerald, Jackson 5, Aretha Franklin, Jimi Hendrix, Billie Holyday, John Lee Hooker, Lena Horne, Etta James, B. B. King, Gladys Knight & The Pips, Wilson Pickett, Otis Redding, Little Richard, Smokey Robinson, Ike & Tina Turner, The Four Tops, The Supremes, The Temptations, Tammi Terrell, Muddy Waters e tantos outros fizeram os seus nomes no chitlin´circuit.

Com a campanha pelos direitos dos negros americanos em meados da década de 60, e consequentemente o acesso a áreas públicas comuns, o chitlin´circuit foi caindo em desuso, mas ainda chegou a ser usado por algumas estrelas do rock em ascensão. Hoje é apenas uma vaga lembrança de um tempo de resistência da raça negra.

By: Mr Joca

Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012

Tonny Bennett, apelou á legalização das drogas.

Tony Bennett levou para casa mais dois Grammies no último domingo, 12 de Fevereiro, incluindo um pelo dueto romântico com Amy Winehouse , no tema "Body and Soul". Isto dá-lhe um total de 17 "gramofones", começando em 1962 por "I Left My Heart in San Francisco". 

"Eu adoro isto", contou Bennett à Rolling Stone EUA, no backstage do Staples Center, em Los Angeles, onde foi realizada a cerimónia de entrga dso prémios deste ano. "Vencer é uma sensação óptima."

Quando ganhou com "Body and Soul" por Melhor Performance Pop em Duo ou Grupo, durante a pré-transmissão do evento, Tony, convidou os pais de Amy a subirem ao palco com ele. "Body and Soul", do disco Duets II, é a última gravação conhecida de Amy.

"Nós não devíamos estar aqui. A nossa querida filha é que deveria estar aqui neste palco. Mas estas foram as cartas que nos foram atribuidas", disse Mitch Winehouse sobre a cantora, que morreu aos 27 após anos de consumo de drogas e álcool.

Foi um tema que se repetiu nesse fim de semana. Bennett agitou algumas discussões no sábado à noite na festa anual pré-Grammy de Clive Davis, que se tornou um memorial para Whitney Houston após a cantora ter sido encontrada morta no seu quarto de hotel, horas antes do evento. No palco, Bennett pediu a legalização das drogas, causando uma reacção instantânea na imprensa e na internet.

"Foi positiva, de maneira geral", disse Bennett no domingo à noite sobre a reacção aos seus comentários, destacando os problemas que Whitney teve em vida. A legalização poderia "dar conta de todos os gângsteres que fazem as pessoas se esconderem. Uma coisa que aprendi sobre pessoas jovens é que quando se diz 'não faça isso', esta é a coisa que eles irão fazer. Uma vez que seja legal e todos possam fazê-lo, não haverá mais aquele desejo de fazer algo que ninguém mais pode fazer."

"Eu testemunhei isso em Amsterdã", complementou Bennett, 85 anos, que sobreviveu ao próprio vício em cocaína nos anos 70. "É legal, e o resultado é que não há pânico nas ruas. Não há tráfico, não há o " encontra-me na esquina e eu darte-ei algo". Estamos sempre com medo de ser preso. Temos de nos esconder. Por que fazer isso?"

Apesar de nunca ter conhecido Whitney, Tony Bennett, relembrou a sua primeira reacção ao ouvir a voz dela em meados dos anos 80. 

"Quando a ouvi cantar pela primeira vez, chamei Clive Davis",  o director da gravadora, que descobriu Whitney e a apoiou sua carreira. "E eu disse: 'Clive, esta é a melhor cantora que já ouvi na minha vida. Vocês realmente têem algo nas vossas mãos'. Sem dúvida, no início ela estava a  cantar tudo de uma maneira fantástica."

"Ela simplesmente tinha o dom. Cantores reconhecem outros cantores quando os ouvem. Eles dizem: 'Espera um minuto, isso é diferente'. Ela tinha o maravilhoso dom de acreditar em tudo que  cantava."
Bennett é também um fã da grande vencedora deste ano, Adele, que ganhou seis Grammies, incluindo Álbum do Ano com"21". Comparou-a a Kate Smith, a cantora norte-americana com uma voz poderosa de tempos muito anteriores. 

"Ela é magnífica", disse Tony sobre Adele. "É a melhor cantora britânica que eu já ouvi."

Fonte: RS-  Steve Appleford

Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

Álbum tributo a Paul McCartney, em pré produção.


Billy Joel, Brian Wilson, B.B. King, Willie Nelson, Kiss e The Cure são alguns dos artistas que vão participar num álbum em tributo ao ex-beatle Paul McCartney. 

Produzido por Ralph Sall, que já capitaneou outros CDs do género, o disco vai incluir canções dos Beatles e dos Wings, além de temas da sua própria carreira a solo, e fará parte das comemorações do aniversário do músico,que completa 70 anos em Junho. 

Segundo o site da revista norte-americana "The Hollywood Reporter", Sall pretende filmar os bastidores das gravações, bem como entrevistas com os artistas participantes. A intenção é transformar o material num especial para a televisão. 

"Será uma boa maneira de mostrar a admiração de todos pelo seu catálogo. Pode-se perceber, pela variedade de participantes, que a música de Paul é atemporal. Dos 8 aos 80 anos, toda gente adora Paul McCartney", disse o produtor à publicação. 

Ainda não há previsão para o lançamento do álbum. 

A julgar pelo início de 2012, McCartney ainda deve ter muito trabalho este ano. Em pouco menos de dois meses o cantor lançou um novo álbum, "Kisses on the bottom", no início de Fevereiro; recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, na última quinta-feira,  e participou na cerimonia de entrega dos Grammies 2012, no passado domingo, aonde também actuou.

Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

Whitney Houston, não morreu afogada.


A família de Whitney Houston foi informada de que a cantora não morreu afogada, mas sim por ter ingerido uma mistura de álcool com medicamentos controlados, de acordo com o site TMZ. Whitney foi encontrada morta este sábado, 11de Fevereiro, aos 48 anos.

Policias do condado de Los Angeles teriam comunicado á família da cantora que não havia água suficiente nos seus pulmões para causar a sua morte e que ela pode ter morrido antes de a sua cabeça ficar submersa na banheira.

Ainda segundo informações do site, quem encontrou Whitney Houston na banheira foi Mary Jones, tia da cantora. Esta teria deixado o quarto de hotel por meia hora e, ao voltar, deparado com Whitney no local, de onde a retirou para fazer uma reanimação cardiorrespiratória.

A autópsia do corpo de Whitney Houston terminou na noite deste domingo, indicando que a cantora tinha água nos pulmões, de acordo com o site TMZ. Os resultados com detalhes adicionais só devem ser divulgados dentro de quatro a seis semanas, devido aos exames toxicológicos que foram realizados pela perícia. Não foram encontradas drogas no quarto onde estava a cantora.

Bill Cosby: I'm 74 and I'm tired. (Tenho 74 e estou cansado)

Tenho 74 anos. 

Excepto um breve período na década de 50 quando fiz o meu serviço militar, tenho trabalhado duro desde os meus 17 anos. 

Excepto durante alguns graves desafios de saúde, trabalhei 50 horas por semana, e não caí doente, isto, em quase 40 anos. 

Tinha um salário razoável, mas não herdei o meu trabalho ou o meu rendimento, e trabalhei para chegar onde estou. 

Dada a economia, parece que a reforma foi uma má idéia, e estou cansado. 

Muito cansado.

Estou cansado de que me digam que eu tenho que "espalhar a riqueza" para as pessoas que não tenham a minha ética de trabalho. 

Estou cansado de que me digam que o governo fica com o dinheiro que eu ganho, pela força se necessário, e dá-o a pessoas com preguiça para o ganhar.

Estou cansado de que digam que o Islão é uma "religião da paz", quando todos os dias eu leio dezenas de histórias de homens muçulmanos que matam as suas irmãs, esposas e filhas para "honra" de sua família; de tumultos de muçulmanos sobre alguma ligeira infracção; de muçulmanos a assassinar cristãos e judeus porque não são "crentes"; de muçulmanos queimando escolas para meninas; de muçulmanos apedrejando adolescentes vítimas de estupro, até a morte por "adultério"; de muçulmanos a mutilar o genital das meninas, tudo em nome de Alá, porque o Alcorão e a lei Shari diz para eles o fazerem.

Estou cansado de que me digam que temos de ter "tolerância para com outras culturas", devemos deixar que a Arábia Saudita e outros países árabes usem o nosso dinheiro do petróleo para financiar mesquitas e escolas, madrassas islâmicas, para pregar o ódio na Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, enquanto que ninguém desses países está autorizado a fundar uma sinagoga, igreja ou escola religiosa na Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe, para ensinar amor e tolerância. 

Estou cansado de que me digam para eu baixar o meu padrão de vida para lutar contra o aquecimento global, o qual não me é permitido debater.

Estou cansado de que me digam que os toxicodependentes têm uma doença, e eu tenho que ajudar no apoio ao seu tratamento, pagar pelos danos que eles fazem. Foi um germe gigante, a sair correndo de um beco escuro, que os agarrou, e os encheu de pó branco pelo seu nariz ...ou enfiou uma agulha no seu braço, enquanto eles tentaram combatê-lo ? 

E os que fumam desprezando o próximo, quem os "obrigou"?

Estou cansado de ouvir ricos atletas, artistas e políticos de todas os partidos falarem sobre erros inocentes, erros estúpidos ou erros da juventude, quando todos sabemos que eles pensam, que os seus únicos erros, foi serem apanhados. 

Estou cansado de pessoas que não assumem a responsabilidade pelas suas vidas e acções. 

Estou cansado de os ouvir culpar o governo, de discriminação pelos "seus problemas."

Eu também estou cansado e farto de ver homens e mulheres jovens na sua adolescência e início dos seus 20 anos serem "tela" de tatuagens e pregos na face, tornando-se não-empregáveis e reivindicando dinheiro do governo ...dos nossos impostos (de quem trabalha e produz).

Sim, estou muito cansado

Mas também estou feliz por ter 74... Porque, não vou ter de ver o Mundo que essas pessoas estão CRIANDO.

Só estou triste pela minha neta e pelos seus filhos. 

Graças a Deus estou no caminho de saída e não no caminho para de entrada.

Não há maneira de isto ser amplamente divulgado...a menos que cada um de nós colabore, reenviando, e divulgando, e ganhando força para contrariar esse (mau) caminho que o Mundo, por força de (péssimos) governantes, nos está a proporcionar.

Divulguem!

Bill Crosby

Sábado, 11 de Fevereiro de 2012

Steely Dan - Walter Becker e Donald Fagen


"Steely Dan é uma banda americana de jazz fusion centrada na dupla Walter Becker e Donald Fagen. O grupo ganhou popularidade nos anos 70, quando fez sete álbuns juntando elementos do jazz, rock, funk, Rythm and Blues e pop. Inicialmente, quando tocavam rock, as suas canções absorviam complexas estruturas e harmonias com influências do jazz.

O nome da banda foi retirado de um um livro de William Burroughs, o "Naked Lunch". Além de Fagen (piano, teclados e vocal) e Becker (baixo e guitarra), a banda original era composta ainda por Denny Dias (guitarra), Jeff "Skunk" Baxter (guitarra e percussão), Jim Hodder (bateria) e David Palmer (vocais). O grupo fez tournés de 1972 a 1974, mas de 1975 a 1980 retirou-se dos palcos para trabalhar unicamente em estúdio.

Depois de uma pausa que durou até 1993, e atendendo a pedidos, Fagen e Becker voltaram a reunir-se e a realizarem alguns espectáculos nos EUA,dos quais resultou  um disco Alive In America em 1994. Em 2000, a dupla lançou Two Against Nature, primeiro disco com temas inéditos em 20 anos, ganhando quatro Grammys em 2001.

Eis aqui um resumo da sua obra discográfica.

Can´t Buy a Thrill (1972)

Produzido por Gary Katz nos estúdios da ABC, o álbum de estreia, Can't Buy A Thrill, foi lançado em 1972, causando uma imediata impressão com os hits "Do It Again" e "Dirty Work", cantados por Palmer, e "Reeling In The Years", que apresenta um aclamado solo de guitarra de Elliott Randall.

Devido à relutância de Donald Fagen em cantar, David Palmer assumiu a maioria dos vocais no palco. O baterista Jim Hodder também cantou em uma faixa: "Midnight Cruiser". Palmer, irritado com o perfeccionismo de Fagen e Becker, deixou a banda durante a gravação do segundo álbum e foi trabalhar com Carole King, com quem escreveu o hit "Jazzman".

Countdown to Ecstasy (1973)
O segundo álbum, Countdown to Ecstasy (1973). Seguindo a mesma linha de Can't Buy A Thrill, foi gravado em meio a tournés, trazendo clássicos como "Show-Biz Kids", "My Old School" e "Bodhisattva".
Pretzel Logic (1974)
Steely Dan manteve-se na crista da onda, com seu terceiro LP, Pretzel Logic, no início de 1974, produzindo um outro grande hit, "Rikki Don't Lose That Number" - que foi directo para o Top Ten dos EUA. Pretzel Logic inclui a única canção de um outro compositor - uma canção de Duke Ellington: "East St Louis Toodle-oo". A faixa título e "Any Major Dude Will Tell You" também se tornaram favoritas dos fans. Durante a tourné de lançamento do álbum, a banda passou a contar com um jovem baterista, Jeff Porcaro (mais tarde membro dos Toto), que na época trabalhava com a dupla Sonny e Cher. Outro que chegou foi o cantor e teclista Michael McDonald.


O álbum também marca a primeira vez que Walter Becker faz algumas inserções de guitarras nas canções dos Steely Dan. A decisão de Fagen e Becker de deixar de lado as tournés para se concentrarem nos trabalhos de estúdio gerou algumas baixas na banda. Descontentes, Baxter (cada vez mais envolvido com os Doobie Brothers e Hooder sairam. Michael McDonald (que também foi para os Doobie Brothers posteriormente) e Denny Dias, ainda iriam continuar nas sessões de estúdio dos álbuns seguintes.
Katy Lied (1975)
No LP de 1975, Katy Lied, o duo usou um grupo diversificado de músicos, incluindo Porcaro e McDonald, bem como o Elliott Randall, os saxofonistas Phil Woods Wilton Felder, o vibrafonista Victor Feldman, o teclista Michael Omartiam e o guitarrista Larry Carlton. Os destaques são "Black Friday", "Bad Sneakers", "Rose Darling", "Dr. Wu" e "Chain Lightning".

The Royal Scam (1976)
The Royal Scam foi editado em 1976 e é considerado o disco mais dirigido à guitarra que o grupo produziu, em parte pela colaboração do guitarrista Larry Carlton. Outra presença importante é o lendário baterista Bernard "Pretty" Purdie. Destacam-se no álbum "Kid Charlemagne", "The Fez" (na qual o teclista e jornalista Paul Griffin tem uma rara co-autoria). Também populares são "Don't Take Me Alive", "Sign in Stranger", "Haitian Divorce", "Caves of Altamira" e a "suingadíssima" "Green Earrings". Este também foi um disco no qual Fagen (que cantou) e Becker pouco tocaram os seus instrumentos, dedicando-se só à produção, composição e arranjos.

Aja (1977)
O sexto LP, Aja (1977), teve Becker e Fagen usando os serviços de músicos top de linha do jazz, jazz-rock e da soul music, incluindo Larry Carlton, o saxofonista Wayne Shorter, os bateristas Steve Gadd, Rick Marota e Bernard "Pretty" Purdie e o baixista Chuck Rayney além de Denny Dias. Aja é considerado o mais requintado álbum da banda e, de facto, um dos melhores discos de todos os tempos. Ironicamente, um disco recheado de jazz tornou-se um clássico do rock. 

O premiadíssimo Aja atingiu o Top Five dos EUA, e vendeu 1 milhão de cópias graças a canções como "Peg" (com o proeminente backing vocal de Michael McDonald), "Josie" e "Deacon Blues". O LP consolidou a reputação da dupla Becker e Fagen como compositores e reafirmou o seu perfeccionismo dentro do estúdio. A história de Aja foi documentada num episódio da TV e lançada em DVD pela série Classic Albums. Depois do sucesso do disco, o duo contribuiu com a canção "FM" para a trilha do filme de mesmo nome. O filme foi um fracasso, mas a canção foi um grande sucesso.

Gaucho (1980)
Becker e Fagen passaram 1978 fora de cena, antes de começaram a escrever canções para o novo trabalho, que seria marcado por problemas técnicos, legais, pessoais e que culminariam na interrupção de uma parceira de muitos anos. Em Março de 1979, a ABC (gravadora do Steely Dan) foi vendida á MCA e pelos próximos dois anos a dupla teve problemas contratuais que dificultaram a gravação do álbum.

Becker e Fagen planearam deixar a ABC, e assinar pela Warner Brothers, aonde queriam realizar o trabalho, mas a MCA declarou-se proprietária do material já gravado e impediu-os de o levar para outro estúdio. A primeira faixa gravada foi The Second Arrangement, da qual Becker e Fagen ficaram muito orgulhosos. Mas uma noite, um engenheiro de som, apagou acidentalmente uma parte da faixa gravada e os produtores do disco nada puderam fazer. No outro dia, ao ser notificado, Fagen simplesmente saiu do estúdio sem dizer uma palavra. As tentativas de regravar o som foram frustrantes e a canção foi abandonada.

Mas os problemas não acabaram por aqui. A namorada de Becker na época, Karen Stanley, foi encontrada morta no apartamento que dividiam. Becker foi acusado do homicídio, mas provou-se a sua inocência, e foi absolvido. Também teve problemas com álcool e drogas e, pouco tempo depois, ao atravessar uma rua em Manhattan, foi atropelado por um táxi, fracturando a perna direita em várias partes, sendo obrigado a usar muletas durante algum tempo.

Na mesma época, O compositor de jazz Keith Jarret recorreu a justiça dizendo que faixa título do novo disco era baseada numa de suas composições, intitulada "Long As You Know You're Living Yours". Fagen admitiu que se havia apaixonado pela canção e que provávelmente,  teria sido  influenciado fortemente pela mesma. Jarret acabou por  ganhar o processo e a co-autoria, assim como os direitos comerciais da canção. Gaucho foi finalmente concluído e lançado em Novembro de 1980. Apesar dos problemas, o disco foi o maior sucesso e "Hey Nineteen" chegou ao topo das paradas. Em 1981, Becker e Fagen anunciaram a suspensão da sua parceria.

Mas a história, não acabou aí.

Em 1982, Fagen lançou seu disco solo The Nightfly, juntando material não-utilizado nos dois álbuns anteriores dos Steely Dan e uma cover de Leiber e Stoller, "Ruby Baby". Depois ficou sem gravar durante vários anos. Ocasionalmente, assim como Becker, produziu trabalhos de outros artistas.

Dois eventos contribuíram para uma possível volta dos Steely Dan. O primeiro foi em 1991, quando Becker participou no concerto com a então banda New York Rock and Soul Revue fundada por Fagen e pela produtora e cantora Libby Titus (mais tarde esposa de Fagen). O segundo evento foi a a presença de Becker como produtor do segundo ábum a solo de Fagen, Kamakiriad, em 1993. Fagen nomeou-o como a mais sofisticada experiência da sua carreira. Devolvendo o cumprimento, Fagen co-produziu o único disco solo de Becker, 11 Tracks of Whack .
Em 1993, a MCA lançou Citizen Steely Dan uma caixa que reúne os 7 álbuns da banda, e o single FM (1978), mais as faixas Here at the Western World (lançada numa coletânea em 1978), e as inéditas "Bodhisattva" (ao vivo, 1974) e uma versão de "Everyone's Gone to the Movies".

Alive In America (1994)
Estes eventos conduziram finalmente à reactivação da banda. A excursão norte-americana em 1993 para apoiar o álbum de Fagen (que vendeu pouco, embora os concertos tivessem bastante público). Com Becker na guitarra, reuniram uma banda que incluiu um teclista, um baterista, um baixista, três vocalistas e uma secção de sopro. Viajaram com grande aclamação de 1993 a 1996 executando canções antigas da banda e canções de álbuns solo. Alive in America regista gravações de vários concertos.
Two Against Nature (2000)
Em 2000, lançaram o primeiro álbum de estúdio em vinte anos, Two Against Nature. Mais do que um rotorno, o CD foi um dos sucessos e a surpresa do ano. No verão de 2000, "meteram o pé na estrada", para outra excursão nos EUA seguida por uma excursão internacional. Em 2001 de Fevereiro, o CD ganhou quatro Prêmios Grammy.

Everything Must Go (2003)

Em 2003, os Steely Dan lançaram um novo álbum, Everything Must Go, e efectuaram nova tourné pela América. Depois de anos, Walter Becker assumiu todos os baixos do disco e algumas guitarras.

Em 2006, a banda promoveu a tourné  "Steelyard "Sugartooth"  McDan and The Fab-Originees.com Tour, com a participação de Michael McDonald. Os shows ajudaram a divulgar o óptimo álbum solo de Fagen, Morph the Cat, lançado em 2006. Em 2007, teve lugar a tourné  Heavy Roller Tour, nome inspirado num trecho da canção Gaucho".